Generated by Rank Math SEO, this is an llms.txt file designed to help LLMs better understand and index this website. # Fotô Editorial ## Sitemaps [XML Sitemap](https://fotoeditorial.com/sitemap_index.xml): Includes all crawlable and indexable pages. ## Posts - [Fotô prestigiada na Feria de Libros de Fotos de Autor e na Feira do Livro de Fotografia de Lisboa](https://fotoeditorial.com/2016/11/24/foto-prestigiada-na-feria-de-libros-de-fotos-de-autor-e-na-feira-do-livro-de-fotografia-de-lisboa/): Amigos, nossa Fotô está em festa!!! - [German Lorca, por Eder Chiodetto](https://fotoeditorial.com/2016/10/28/german-lorca-por-eder-chiodetto/): A partir desta quinta-feira, 27, está em exposição no Sesc Bom Retiro, em São Paulo, a exposição German Lorca: Arte Ofício/Artifício. Aos 94 anos, o fotógrafo paulistano, um dos principais expoentes da fotografia moderna no país, tem pela primeira vez o seu material colorido exibido em uma mostra. - [Lançamento Fotô Editorial](https://fotoeditorial.com/2016/10/20/lancamento-foto-editorial/):   ## Páginas - [Circulô](https://fotoeditorial.com/circulo/): html { scroll-behavior: smooth; } - [Alter do Chão – Expedição, Fotografia, Vivência](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/expedicao-fotografia-vivencia/): Objetivo - [Expedição Fotográfica em Bonito (MS) com o curador Eder Chiodetto 2022](https://fotoeditorial.com/expedicao-fotografica-em-bonito-ms-com-o-curador-eder-chiodetto-2022/): 16/05 - Segunda - [EXPEDIÇÃO FOTOGRAFIA VIVÊNCIA](https://fotoeditorial.com/expedicao-fotografia-vivencia/): Dia 01 - [Vivência Serrinha](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/vivencia-serrinha/): A vivência Fotô Síntese foi idealizada pelo curador Eder Chiodetto como um manifesto à vida, ao encontro, a possibilidade de renascer após período tão intenso em que a perseverança e a resistência foram testadas fortemente. Unindo arte, fotografia, escuta, diálogo e a sensibilização a partir da convivência com a natureza, essa vivência terá como local a Fazenda Serrinha, ela também em processo de renascimento após mais de um século tendo seu solo empobrecido pela cultura do café, pela olaria e gado. - [Política de Privacidade e Cookies](https://fotoeditorial.com/politica-de-privacidade/): A sua privacidade é importante para nós. É política da Fotô Editorial respeitar a sua privacidade em relação a qualquer informação sua que possamos coletar no site fotoeditorial.com e outros sites que possuímos e operamos. - [Fotografia: repertório, edição e curadoria](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/fotografia-repertorio-edicao-e-narrativas/): Este curso propõe uma imersão nos modos de pensar, editar e construir narrativas visuais. Ao longo dos semestres, Eder Chiodetto compartilha sua experiência como curador de mais de 200 exposições, editor de fotolivros e professor, articulando repertório internacional, análise crítica, exercícios práticos e discussões sobre os projetos dos participantes. O objetivo é ampliar o olhar, fortalecer processos criativos e oferecer ferramentas para que cada fotógrafo desenvolva uma voz autoral. - [Curso Online: Videoarte](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/curso-online-videoarte/): O Ateliê Fotô lança no segundo semestre desse ano o curso de VIDEOARTE com o intuito de estimular fotógrafxs e outros interessadxs a descobrir o universo dessa linguagem, como forma de potencializar a expressão autoral e artística. Nos últimos anos, xs fotógrafxs de instantâneos passaram a conviver cada vez mais com imagens em movimento, criando um vocabulário mais complexo em suas narrativas. Propomos com esse curso uma temporada de encontros dedicados ao estudo e à experimentação. Para esses experimentos propostos pela artista e pesquisadora Anna Costa e Silva, o participante poderá usar qualquer tipo de câmera, incluindo aparelhos celulares. - [Histórias da Fotografia no Brasil – Turma 4](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/historias-da-fotografia-no-brasil-turma-4/): O curso online tem como objetivo realizar um circuito cronológico reflexivo pela história da fotografia no Brasil, citando a obra de cerca de 100 autores representativos de diversas fases, desde os primórdios da invenção da fotografia (1839) até a contemporaneidade dos fotolivros. Dos retratos de escravos feitos no Brasil até as mutações da fotografia no ambiente digital, passaremos por vários momentos da historiografia nos quais a fotografia reportou, denunciou, se infiltrou no campo da arte, criou mundos paralelos, mesclou documento e ficção e assim foi tornando-se uma linguagem complexa capaz de traduzir de diversas formas a cultura e o caráter nacional. - [PENSAR E CRIAR VIDEOARTE – CURSO ONLINE — 2º Semestre de 2020](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/pensar-e-criar-videoarte-curso-online-2o-semestre-de-2020/): O Ateliê Fotô lança no segundo semestre desse ano o curso de VIDEOARTE com o intuito de estimular fotógrafos e outros interessados a descobrir o universo dessa linguagem, como forma de potencializar a expressão autoral e artística. Nos últimos anos os fotógrafos de instantâneos passaram a conviver cada vez mais com imagens em movimento, criando um vocabulário mais complexo em suas narrativas. Propomos com esse curso uma temporada de encontros dedicados ao estudo e à experimentação. Para esses experimentos propostos pela artista e pesquisadora Anna Costa e Silva o participante poderá usar qualquer tipo de câmera, incluindo aparelhos celulares. - [Programa Interdisciplinar de Fotografia](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/programa-interdisciplinar-de-fotografia/): O Programa Interdisciplinar de Fotografia terá duração de um ano e ocorrerá entre o 2º semestre de 2024 e o 1º semestre de 2025. O curso teórico e prático é dirigido para fotógrafes de todos os níveis que queiram desenvolver projetos autorais sobre o tema proposto: Poéticas e Políticas do Corpo-Paisagem. - [Histórias da Fotografia no Brasil – Turma 3](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/historias-da-fotografia-no-brasil-turma-3/): O curso online tem como objetivo realizar um grande passeio reflexivo pela história da fotografia no Brasil, citando a obra de cerca de 100 autores representativos de diversas fases, desde os primórdios da invenção da fotografia (1839) até a contemporaneidade dos fotolivros. Dos retratos de escravos feitos no Brasil até as mutações da fotografia no ambiente digital, passaremos por vários momentos da historiografia nos quais a fotografia reportou, denunciou, se infiltrou no campo da arte, criou mundos paralelos, mesclou documento e ficção e assim foi tornando-se uma linguagem complexa capaz de traduzir de diversas formas a cultura e o caráter nacional. - [Expedição Fotográfica em Bonito (MS) com o curador Eder Chiodetto](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/expedicao-fotografica-em-bonito-ms-com-o-curador-eder-chiodetto-2020/): 01 (uma) diária no Hotel Orla Morena Park Hotel em Campo Grande (ou similar) – www.orla-morena-park.campogrande-hotels.com – e 06 (seis) diárias, em Bonito, no hotel Wetiga – http://www.wetigahotel.com.br/ (ou similar). - [Expedição Fotográfica em Alter do Chão (PA) com o curador Eder Chiodetto – Janeiro 2020](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/expedicao-fotografica-em-alter-do-chao-pa-com-o-curador-eder-chiodetto-janeiro-2020/): Objetivo: Estimular a produção fotográfica autoral aliada à reflexão sobre fotografia de paisagem. O workshop com o curador Eder Chiodetto visa a reflexão e produção de ensaios que tenham um traço autoral bem demarcado. Para tanto, além da edição das imagens produzidas na viagem a partir de critérios pré-estabelecidos, o curador fará a leitura dos portfólios dos participantes, que servirá como marco para o trabalho a ser desenvolvido na expedição. Será também privilegiada a experiência do contato com a floresta, os rios, a culinária, as pessoas locais, etc. Reflexão sobre o que e como se fotografa, edição com critérios conceituais-poéticos, recorte curatorial, vivência com a natureza e conhecimento são os principais objetivos. Fotógrafos com qualquer nível de desenvolvimento serão bem aceitos na expedição. - [HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA: TEXTOS-CHAVES](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/historia-da-fotografia-textos-chaves/): Seguindo a linha que marca os cursos do Ateliê Fotô, no qual a produção criativa dos fotógrafos anda em paralelo com um arcabouço histórico e conceitual, nesse segundo semestre oferecemos o curso HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA: TEXTOS-CHAVES, ministrado pelo artista e filósofo Daniel Jablonski. O curso é orientado tanto para fotógrafos, como pesquisadores em geral interessados no tema. - [Criar e Pensar Videoarte](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/criar-e-pensar-videoarte/): O Ateliê Fotô lança no segundo semestre desse ano um curso de VIDEOARTE com o intuito de estimular fotógrafos e outros interessados a descobrir o universo dessa linguagem, como forma de amplificar as possibilidades de abordagens das imagens técnicas como forma de expressão autoral. Nos últimos anos os fotógrafos de imagens instantâneas passaram a conviver cada vez mais com imagens em movimento, criando um vocabulário mais complexo em suas narrativas. Propomos com esse curso uma temporada de sete encontros ao longo de três meses, dedicada ao estudo e à experimentação. Para esses experimentos propostos pela artista Anna Costa e Silva o participante poderá usar qualquer tipo de câmera, incluindo aparelhos celulares. - [Curadoria de projeto fotográfico autoral – presencial e/ou online](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/curadoria-de-projeto-fotografico-autoral/): O curador Eder Chiodetto realiza a monitoria de trabalhos de fotografia autoral em encontros presenciais ou online previamente agendados. A monitoria baseia-se na análise do corpo do trabalho que o fotógrafo possui até o momento, buscando a partir desse território clarear suas linhas de força, traçar rotas conceituais e estéticas que possam reforçar o discurso poético, político e/ou ideológico que caracterizam a intencionalidade do autor. Uma análise pormenorizada do conjunto de fotografias realizadas ao longo da vida de um fotógrafo deve objetivar a legitimação do seu discurso visual, reforçar sua poética e gerar séries e ensaios aptas a concorrer em editais, serem publicada em fotolivros ou serem organizadas como portfólio. - [Workshop de Fotografia “Observação de paisagem” com Eder Chiodetto (turma 2)](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/observacao-de-paisagem-com-eder-chiodetto-turma2/): (para informações sobre a turma 1, clique aqui) - [Workshop de Fotografia “Observação de paisagem” com Eder Chiodetto (turma 1)](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/observacao-de-paisagem-com-eder-chiodetto-turma1/): (para informações sobre a turma 2, clique aqui) - [Ser Diretor](https://fotoeditorial.com/ser-diretor/): Uma viagem por 30 escolas públicas brasileiras. - [No Access](https://fotoeditorial.com/no-access/) - [Orientação de projeto fotográfico presencial e/ou online](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/escrita-de-projeto-artistico/): As orientações individuais são dirigidas ao acompanhamento de projeto de fotografia autoral em encontros presenciais ou online previamente agendados. O objetivo é orientar a construção de de uma pesquisa fotográfica bem como o desenvolvimento/produção de um trabalho de forma a elaborar e lapidar o conceito, a estética, a poética e o lugar político do projeto. O acompanhamento também contempla a orientação da escrita do artista sobre suas obras para objetivos curatoriais, resultados de trabalhos para exposição em plataformas e redes digitais, bem como intenções de trabalho para aprofundamentos de pesquisa artística e candidatura a editais. A dinâmica das orientações e o acompanhamento do desenvolvimento dos trabalhos se dará em encontros que respeitam o tempo de trabalho e as particularidades de cada projeto. - [Arquivos de fotografias e literatura](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/arquivos-de-fotografias-e-literatura/): Bibliografia inicial: - [Obrigado](https://fotoeditorial.com/obrigado/): Em breve você receberá no seu e-mail mais informações sobre o seu pedido. - [Envio e pagamento](https://fotoeditorial.com/envio-e-pagamento/): Realize seu pagamento de forma rápida e segura por cartão de crédito, Pix ou PayPal: - [Cursos Ateliê Fotô](https://fotoeditorial.com/cursos-atelie-foto/): O Ateliê Fotô, coordenado pelo curador Eder Chiodetto, mantém desde 2011 os Grupos de Estudos e Criação em Fotografia, voltado para fotógrafos que queiram desenvolver trabalho autoral com o intuito de avançar em suas pesquisas afim de realizarem exposições, publicações, concorrerem em editais e concursos. Desde sua criação, mais de 200 fotógrafos já passarem pelo Fotô. - [Blog](https://fotoeditorial.com/blog/) - [Minha conta](https://fotoeditorial.com/minha-conta/): Login Username or email address * Password * Login Remember me Lost your password? - [Finalizar compra](https://fotoeditorial.com/finalizar-compra/) - [Carrinho](https://fotoeditorial.com/carrinho/): Voltar a loja - [Contato](https://fotoeditorial.com/contato/): Fotô Editorial Rua Cerro Corá, 585, Sala 602 Vila Romana - São Paulo/SP - CEP 05061-150 Email: contato@fotoeditorial.comInstagram | Facebook - [Loja](https://fotoeditorial.com/) - [Sobre](https://fotoeditorial.com/sobre/): Criada em outubro de 2016, a Fotô Editoral tem como objetivo a produção de livros de fotografia autoral e de reflexão acerca do estatuto da imagem contemporânea. - [Home](https://fotoeditorial.com/home/): Criada em outubro de 2016, a Fotô Editoral tem como objetivo a produção de livros de fotografia autoral e de reflexão acerca do estatuto da imagem contemporânea. ## Produtos - [Quando Começa a chover o coração bate mais forte](https://fotoeditorial.com/produto/quando-comeca-a-chover-o-coracao-bate-mais-forte/): Livro de Mirian Fichtner sobre a maior enchente da história do Rio Grande do Sul (maio de 2024). 212 páginas e 107 fotografias, com curadoria e edição de Eder Chiodetto e textos dos cientistas Carlos Nobre e José Marengo. Cada exemplar acompanha o documentário homônimo por QR Code. - [Viagem em Família](https://fotoeditorial.com/produto/viagem-em-familia/): Viagem em Família é uma obra feita de confidências silenciosas trazidas à luz pela fotografia em um diálogo errático de Lucca com sua mãe, a artista visual e fotógrafa Alessandra Bobba. Contra toda legibilidade e exatidão do mundo, as imagens oníricas de câmeras artesanais libertadas do compromisso de exibir as certezas e a nitidez próprias das lentes ópticas normalmente utilizadas na fotografia carregam nesse fotolivro o singelo desejo de um menino aos 12 anos: uma viagem em família. - [Vórtice](https://fotoeditorial.com/produto/vortice/): Aquilo que vemos de relance e nos escapa jamais será fotografado, sequer memorizado. Bruno tem consciência dessa perda irreparável, mas poeticamente cria, a golpes de luz, vestígios por onde pode ser possível restaurar o limiar entre a fulguração de uma cena e sua rápida dissipação. Assim, este fotolivro se configura como um poema visual em que a memória de um passado se equilibra em suas fotografias com as promessas incessantes do eterno porvir que nos espera a cada esquina dobrada, no fluxo mágico e incontornável da vida. - [Sobrevivência da Beleza](https://fotoeditorial.com/produto/sobrevivencia-da-beleza/): Sobrevivência da Beleza é um ensaio visual e reflexivo que investiga como a arte atravessa o tempo, resiste a perdas e se transforma em novas formas de existência. A partir da descoberta de antigas fotogravuras de obras do Museu de Dresden, o autor explora os resíduos e marcas deixados em delicadas folhas de seda, que se tornam imagens autônomas, verdadeiros “palimpsestos” que preservam a memória estética. O livro percorre a história da reprodução técnica da arte — da gravura medieval à fotografia, da litografia à digitalização — mostrando como cada etapa alterou a relação entre original e cópia, autenticidade e difusão. Entrelaçam-se também episódios da história de Dresden, cidade marcada por incêndios, guerras e destruições, mas que, como suas coleções, sobreviveu e se reconstruiu. Dialogando com pensadores como Walter Benjamin, Johan Huizinga, Alberti, entre outros, a obra destaca como os chamados “Velhos Mestres” permanecem atuais, reencantando o olhar contemporâneo. Ao revisitar ícones como a Madona Sistina de Rafael, retratos de Frans Hals, obras de Cignani, Rembrandt, Ribera, Van Dyck, Dürer e Rubens, Muylaert revela como a beleza se reinventa em cada época, encontrando novas formas de presença e ressonância. Mais do que uma narrativa histórica, o livro é uma meditação poética sobre a fragilidade e a potência da imagem artística, sua capacidade de sobreviver ao tempo e de renovar continuamente nossa experiência do belo. - [O Retorno](https://fotoeditorial.com/produto/o-retorno/): Não sei ao certo o que retorna quando olho através da lente, mas há sempre algo que se move entre o visível e o pressentido. A mesma indefinição que nos habita é o que não separa a neblina das montanhas: aquilo que vemos, mas não compreendemos, aquilo que sentimos, mas não conseguimos dizer. As imagens nascem desse cruzamento. Não são provas do real, mas sim gestos de suspensão: um instante em que o mundo se aquieta, o ruído é interrompido e o silêncio emerge por trás de tudo. Como sugere Carolina Junqueira em seu texto, criar uma imagem é abrir um espaço entre camadas de tempo, onde algo possa surgir de novo. Tais imagens repetem-se como versos que ecoam — não para reforçar o passado, mas sim para convocar aquilo que ainda vive de outra maneira: feito a neve que se deita nas montanhas, repousa como quem dorme o mais profundo sono e, entretanto, já traz o prenúncio do despertar da primavera. E talvez o retorno seja justamente isso: não o que volta da mesma forma, mas o que retorna transformado — como um eco, como uma sombra projetada por outra luz. Quando esse retorno acontece, não é para repetir o que foi, mas sim para nos lembrar de que tudo está sempre em movimento. A imagem, então, não é só registro. É convocação. É escuta. Um gesto para manter viva a presença do que resiste ao desaparecimento. - [Solaris](https://fotoeditorial.com/produto/solaris/): Como um apanhador de mistérios, Fabio Mattos percorre o mundo para encontrar — e ser encontrado por — instantes fugazes em que a luz lhe traga uma revelação ou uma indagação. A percepção corriqueira e cotidiana é subitamente nublada por um mistério, um estranhamento, uma outra reflexão. As imagens deixam de ser assertivas para receberem camadas cifradas de significados. Surge, assim, a evocação de um território poético, um portal por onde o fotógrafo transita em suas fabulações e nos convida a entrar. Surge Solaris. O planeta Terra segue rodopiando em torno do Sol. O fotógrafo volteia entre auroras e crepúsculos. No giro de ambos reside a magia que impulsiona a vida no universo. Dessa coreografia de elipses restarão imagens que, em um dado momento, aprisionaram em si filigranas de feixes luminosos para atestar afetos e afirmar a vida como uma poética delicada e sutil. - [Sobre Vagalumes](https://fotoeditorial.com/produto/sobre-vagalumes/): Como em um jogo de fantasmagorias noturnas nas páginas do livro, vemos vultos, rostos não revelados, lugares não desvendados, corpos desejosos. Nada é nomeado, explicado ou sintetizado. Somos convidados a tatear a complexidade desses tempos e dos tempos fotográficos sem tudo saber de antemão. Aludindo aos duplos atos de revelação, Sobre Vaga-lumes entrelaça a experiência da ditadura pelas margens da história e pela estética do fotográfico. Seguimos os sinais dessas pequenas luzes, esses corpos vaga-lumes, e com elas construímos rastros, criamos nossos próprios refúgios, acolhendo outros pensamentos, afetos e imaginários sobre resistências políticas e poéticas. “Não foi na noite que os vaga-lumes desapareceram, com efeito. Quando a noite é mais profunda, somos capazes de captar o mínimo claro, e é a própria expiração da luz que nos é ainda mais visível em seu rastro, ainda que tênue” , nos convida a pensar Georges Didi-Huberman. - [Ponto Zero](https://fotoeditorial.com/produto/ponto-zero/): Ponto Zero se converte, assim, em uma obra que condensa, de forma surpreendente, várias das questões que atravessam os debates sobre o estado atual da humanidade. Dos desvãos da política às evidências que apontam para os efeitos catastróficos do antropoceno, Rodrigo Braga nos convoca — entre gestos, desenhos, textos, performances e fotografias — a refletir sobre as mediações urgentes que devemos instaurar para preencher o vazio com uma dimensão primordial da vida. Afinal, como ele próprio escreve: “O zero não é o nulo absoluto, é o estado fundamental, propício à criação.” - [Cairu](https://fotoeditorial.com/produto/cairu/): Em 2021, Mario Lalau optou por sair das grandes cidades. Adotou uma van e as estradas como moradia, rumo a lugares remotos. Uma experiência nômade de interiorização, acompanhada apenas por Cairu, seu cachorro, que outrora vagava sem destino pelas ruas de São Paulo. Cairu — “casa do sol”, na língua tupi —, ao ser acolhido pelo fotógrafo, ensinou-lhe a liberdade e a consciência da existência que se pode alcançar na errância. Cairu, o cão errante, tornou-se então Cairu, o fotolivro. Segundo Mario Lalau, Cairu é a transcrição imagética de sua travessia interior, vista como potência transformadora da experiência de viver. Buscando o reconhecimento do sagrado na natureza, propõe o retorno essencial a outros modos de ver, de sentir e de conhecer mundos, inspirado pelas cosmovisões, saberes e mitologias dos povos ancestrais. Existirmos: no destino reencontraremos o princípio? - [Como Olhar Junto](https://fotoeditorial.com/produto/como-olhar-junto/): O livro reúne imagens do arquivo pessoal e familiar da artista Luiza Baldan e da Biblioteca do Vapor, além de uma série fotográfica de retratos e paisagens realizada desde 2023 como parte de uma pesquisa relacional e comunitária na Cova do Vapor. É um livro rizomático, que se compõe a partir de um texto polifônico escrito por Baldan e se ramifica em registros da memória material e arquitetônica em transformação, incluindo retratos específicos para o projeto em lugares de relevância escolhidos pelos retratados. A publicação revisita situações e cartografias afetivas que criam uma ponte entre Cabo Frio, no Brasil, atravessando a história de vida da autora e a zona litorânea de bifurcação entre o Rio Tejo e o Oceano Atlântico, onde se situa a Cova do Vapor. Ambos os lugares são territórios de pertencimento. O livro também documenta algumas atividades realizadas com os moradores, incluindo duas performances e uma mostra de retratos impressos em tecido e expostos na beira da praia, e conta com textos escritos por colaboradores do projeto, como Eduardo Gomes (Biblioteca do Vapor), Cristiana Tejo (NowHere Lisboa), Maria do Socorro e Manuela Fidalgo. O projeto editorial tem o apoio da DGArtes. República Portuguesa/Cultura e Direção-Geral das Artes/Programa de Apoio a Projetos - Artes Visuais 2024. - [Tormenta](https://fotoeditorial.com/produto/tormenta/): Vivo a vida submerso em sonhos e pesadelos que são como redemoinhos que giram constantemente, e sempre se chocam formando furacões, onde o caos, os ruídos, a ansiedade, o descontrole me “alimentam” e sempre prevalecem aprisionando o silêncio no olho do furacão. Me perco no silêncio, minhas asas não voam, minhas pernas tremem, é difícil respirar, vejo sombras sem luzes, crio pensamentos que não existem, tenho medo... - [Dentre muitos, Um](https://fotoeditorial.com/produto/dentre-muitos-um/): O livro Dentre Muitos, Um, de Ed Beltrão, é uma obra feita para aqueles que sabem apreciar a quietude visual. Suas fotografias capturam com maestria o encontro entre a natureza humana e a natureza da Terra, revelando cenas do cotidiano e paisagens onde a harmonia se destaca. A sensação de um tempo fluido e pausado entre o olhar do espectador e as páginas é notável, uma verdadeira raridade no mundo agitado de hoje. Beltrão nos convida à contemplação, levando-nos a momentos de beleza sofisticada e vastidão silenciosa, onde cada imagem serve como um repouso para o olhar e a alma. Essa qualidade transcende o mero registro fotográfico, transformando-se em um convite à reflexão sobre a tranquilidade e o espaço interior. - [COPA](https://fotoeditorial.com/produto/copa/): Natasha Barricelli deixou-se flertar por uma fotografia ordinária de um arquivo anônimo descartado e disperso: a copa de um ipê-branco. O encontro da artista se deu em um canteiro de compostagem de fotografias acolhidas no espaço do ACHO - Arquivo Cole ao de Histórias Ordinárias, um acervo de fotografias recolhidas do lixo de materiais recicláveis, com o qual a artista trabalhou durante a Residência Editorial ACHO. Compartilhando mundos desconhecidos, lá estava o registro do ipê-branco na vizinhança de um canteiro de alecrins e lavandas, cacos de cerâmicas nos pisos, além de fotografias esparsas de flores que um dia pertenceram a álbuns e acervos de família. Algurestestemunharam triunfos de desejos, celebrações, viagens, amores ou desilusões, memórias de dias felizes ou enlutados. lmagens-memória que atravessaram tempos, guardadas em arquivos pessoais, como dádivas ou contradádivas, até se tornarem esquecimentos. - [Transitus Naturalis](https://fotoeditorial.com/produto/transitus-naturalis/): “Transitus Naturalis” é um fotolivro que explora as transformações da paisagem ao longo do tempo, revelando sua transição para o paisagismo e suas complexas interseções com história, cultura e poder. Por meio de imagens de cartões postais, selos e fotografias autorais, Elaine Pessoa desconstrói a ideia de paisagens fixas, abordando deslocamentos históricos e simbólicos que moldaram o imaginário brasileiro, desde a exploração colonial até os dias atuais. A obra questiona como projetos de paisagismo, jardins botânicos e espaços urbanos reconfiguraram o natural, refletindo tanto a domesticação da natureza quanto a celebração estética da biodiversidade. Utilizando elementos visuais críticos, como o dourado, a autora evidencia narrativas de exploração e transformação, conectando passado e presente. Mais do que um registro, “Transitus Naturalis” é um convite à reflexão sobre nossa relação com a paisagem, abordando a tensão entre preservação e exploração. Poética e crítica, a obra nos desafia a reconsiderar o significado de habitar e transformar um ecossistema rico, dinâmico e vulnerável. - [Exploratorius](https://fotoeditorial.com/produto/exploratorius/): Exploratorius, de Elaine Pessoa, é um fotolivro que revisita as expedições científicas de Spix e Martius no Brasil do século XIX. Unindo pesquisa histórica, inteligência artificial e intervenção artística, a obra questiona narrativas coloniais. Dividido em cinco capítulos, o livro recria imagens a partir de descrições textuais históricas, combinadas a intervenções manuais que desconstroem a neutralidade visual científica. Com textos de Sabrina Moura e Cristiana Tejo, Exploratorius propõe uma reflexão crítica sobre colonialidade, arte e tecnologia, ressignificando os imaginários tropicais. - [O Sentido Secreto das Coisas](https://fotoeditorial.com/produto/o-sentido-secreto-das-coisas/): Criando um paralelo entre o estado de alucinação, contemplação e rememoração, a artista desenvolve processos formais e conceituais que embaçam nosso senso de realidade, sublinham nossa vulnerabilidade, mas também nos transportam para territórios extasiantes. Nesse caminho, Elaine Moraes visa desvelar lugares e atmosferas que pareciam enclausurados em seu próprio inconsciente, tangenciando assim, os efeitos de um trabalho que também lhe é terapêutico. - [O Sol Só Vem Depois](https://fotoeditorial.com/produto/o-sol-so-vem-depois/): Se Toda Sombra é um Pouco de Luz – título da exposição realizada com as obras deste livro –, cabe a esse fotógrafo empreender um projeto quase arqueológico com o intuito de extirpar réstias, lampejos e feixes luminosos da sinistra escuridão, para matizar com explosões de fótons os sensores fotográficos. Quanto mais densa a sombra noturna, mais evidente se torna a crença de que O Sol Só Vem Depois. Como reflete o próprio José Roberto Bassul, “é como se as imagens nos lembrassem que ainda há viço e semente naquilo que parece fenecer”. - [Ritos](https://fotoeditorial.com/produto/ritos/): Ritos é um trabalho fotográfico de imersão e, portanto, de ruptura com atmosferas imediatistas, que guiam os tempos apressados. O convívio com a fotografia, linguagem expressiva escolhida pela artista visual desde a primavera de sua juventude, ocupa nesta obra um lugar de imanência, firmando-se como uma via artística comprometida com lugares imaginativos. - [Corpos Terra](https://fotoeditorial.com/produto/corpos-terra/): Ãpekôyp Yvy - Corpos Terra é uma obra entrelaçada pelas fotografias de autoria de três mulheres indígenas, que vivem em distintos biomas brasileiros, geograficamente situados nos estados do Pará, Mato Grosso do Sul e Bahia. Priscila Tapajowara, Sandrieli Kaiowá e Vanessa Pataxó imprimem nesse fotolivro – o segundo título da Fotô Editorial1 dedicado a autores e autoras indígenas – o fazer fotográfico como lugar artístico e de luta, mobilizando modos de visão da mulher indígena sobre a terra e as cosmologias de seus mundos. Passamos de uma página a outra desvelando singularidades e diferenças. As autoras fotógrafas fazem desfilar diante de nossos olhos imagens de florestas, matas e águas; plantas, roças e casas; corpos, danças, cantos e rezas, que dialogam sobre e entre as ciências protagonizadas pelas mulheres indígenas. - [Viagem Pitoresca pelo Brasil](https://fotoeditorial.com/produto/viagem-pitoresca-pelo-brasil/): Viagem pitoresca pelo brasil é um despertar não apenas para o ver, mas para o significado da existência humana, reflexo de uma jornada psicológica pelos interstícios da floresta. Nesta imensidão, vemos o que veem os olhos de Cássio Vasconcellos, o que nos permite decifrar os seus códigos visuais, o seu estilo único, inimitável e imediatamente reconhecível de um grande artista, em constante metamorfose. É impossível não se surpreender com o embate da sua obra e ficar indiferente perante o seu olhar inquieto que pulsa diante do absurdo da humanidade. É precisamente neste tempo tão conturbado, em que se revela a força transformadora de Cássio Vasconcellos, que ele procura, neste livro, escrever um poema de amor à natureza, num gesto de grande romantismo e pureza, além de uma louca verdade, prestes a eclodir, na qual tudo se revela ao futuro do mundo. É nesta estação que repousa o coração do fotógrafo. - [Semblantes do mundo](https://fotoeditorial.com/produto/semblantes-do-mundo/): Investigar os labirintos de promessas e simulacros das imagens técnicas e seu impacto na percepção e na cultura contemporânea, tornou-se o mote da produção artística de Ricardo Barcellos, construída nas duas últimas décadas. Entre inúmeros procedimentos que visam desacomodar a superfície ilusória das imagens e a relação passiva que comumente temos com elas, o artista finda por “dinamitar a ideologia alienante impregnada em imagens que nos atravessam e nos seduzem incessantemente”, segundo o historiador da arte Josué Mattos. “Semblantes do Mundo”, primeiro livro de Barcellos, realizado pela Fotô Editorial, reúne grande parte de sua prolífica produção. - [Hêmba](https://fotoeditorial.com/produto/hemba/): Hêmba nasce do resultado de associações entre fotografias desveladas como constelações, que emergiram após um longo e profundo mergulho de edição no acervo do autor formado por mais de duas mil imagens. Com a autoria desse fotolivro, Edgar Xakriabá pontua a urgência de se tecer outras histórias não ocidentais da fotografia brasileira, descoladas de uma história única, defendida por muito tempo em campos especializados do conhecimento. A obra não só convida os leitores a conhecer o mundo indígena Xakriabá e de outras aldeias e povos, como também a aprofundar a experiência de olhar e apreender mundos invisíveis para uma sociedade ocidental. - [E.M. [Em Mãos]](https://fotoeditorial.com/produto/e-m-em-maos/): E.M. é um fotolivro que, em vez de documentar uma obra-prima acabada, opta por flagrar os materiais sendo recriados pelas ações de Natasha Barricelli, como um convite para que os leitores adentrem nos processos de fabulações. Quando a artista transforma retalhos de tecidos descartados - que teriam o lixo como destino -, em sugestivas “roupas-luvas”, que vestem e reconfiguram a própria mão, ela sugere uma magia poética capaz de metamorfosear o ordinário em extraordinário. - [Kiriri](https://fotoeditorial.com/produto/kiriri/): Ivonete Leite fotografou a região do Cariri paraibano, ou Kiriri, como chamavam os povos originários, como se tivesse alcançado a Lua ou outro corpo celeste, entrando em estado de gravidade e flutuação. Percebeu, entre as formas esculturais da região, a manifestação inconteste de tempos imemoriais, os enigmas que rondam a ordem cósmica e os desígnios da natureza. - [Diário de Viagem](https://fotoeditorial.com/produto/diario-de-viagem/): As aragens das paisagens femininas de Alice Grou encantam pelas confidências de seu universo telúrico. E a força emanada dos segredos das formas, cores, espelhamentos e densidades nos faz confrontar com a experiência e as emoções de um céu-terra, um vento-mar, uma pedra-areia e uma floresta-respiração. - [PIN-UPS](https://fotoeditorial.com/produto/pin-ups/): Não são as curvas ou as poses nitidamente sexuais que o olhar de Daniela captura, mas os ângulos, o jogo de cores, luzes e sombras. Joelhos, dedos, ombros que desenham no espaço uma outra pin-up possível e em disputa. Uma pin-up que abre caminho para que desejemos tensionar outros corpos que também podem ser admirados, desejados, referenciados, quais outras belezas somos capazes de apreender? - [Lapso Colapso](https://fotoeditorial.com/produto/lapso-colapso/): Lapso Colapso tem natureza disruptiva e como tal é um fotolivro que insurge contra vozes da desorientação, manchetes dúbias, falsas verdades, fatos distorcidos, a negação das ciências e das humanidades, a propagação da violência. Em tom de manifesto, essa obra de Heloisa Ramalho reflete acerca da produção maciça de (des)informação e seus efeitos percebidos de forma eloquente na crescente intolerância e desumanidade que afeta o sistema de sociabilidade da nossa era. - [Cerco Flutuante](https://fotoeditorial.com/produto/cerco-flutuante/): Cerco Flutuante é uma obra em que imagens se desdobram nas tentativas inventivas de imprimir tempos sobre tempo. Vidas, materiais e pessoas se entrelaçam por meio de linhas que Helena Giestas intercepta com o seu olhar e as transforma em emaranhados que se metamorfoseiam nas superfícies. As imagens-linha traçadas pela prática artística da fotógrafa em Cerco Flutuante são também forças invisíveis, que se expressam como vínculos, afetos, memórias e costuram mundos. - [A mulher que virou beija-flor](https://fotoeditorial.com/produto/a-mulher-que-virou-beija-flor/): Arquivo interativo para download: Entre março e abril de 2023, os participantes do curso “Fotografia: Curadoria, Edição e Repertório”, coordenado por Eder Chiodetto, foram desafiados a experimentar a criação de imagens pela plataforma de Inteligência Artificial Midjourney, sob instrução do fotógrafo Milton Montenegro. Após a assimilação de alguns processos, os fotógrafos criaram uma crônica visual para dois contos de tradição oral do livro “O Casamento entre o Céu e a Terra” (Editora Planeta), do teólogo Leonardo Boff. Narrativas da tradição oral indígena amazônica, vertidas em literatura pelas mãos de Boff, agora ganham uma versão imagética com os efeitos da inteligência algorítmica. Em tom fabular e mitológico, as lendas dos habitantes nativos do Brasil mostraram-se um terreno fértil para a livre criação de imagens em contexto surrealista. - [Por que no céu há tantas estrelas?](https://fotoeditorial.com/produto/por-que-no-ceu-ha-tantas-estrelas/): Arquivo interativo para download: Entre março e abril de 2023, os participantes do curso “Fotografia: Curadoria, Edição e Repertório”, coordenado por Eder Chiodetto, foram desafiados a experimentar a criação de imagens pela plataforma de Inteligência Artificial Midjourney, sob instrução do fotógrafo Milton Montenegro. Após a assimilação de alguns processos, os fotógrafos criaram uma crônica visual para dois contos de tradição oral do livro “O Casamento entre o Céu e a Terra” (Editora Planeta), do teólogo Leonardo Boff. Narrativas da tradição oral indígena amazônica, vertidas em literatura pelas mãos de Boff, agora ganham uma versão imagética com os efeitos da inteligência algorítmica. Em tom fabular e mitológico, as lendas dos habitantes nativos do Brasil mostraram-se um terreno fértil para a livre criação de imagens em contexto surrealista. - [A noite trouxe a manhã](https://fotoeditorial.com/produto/a-noite-trouxe-a-manha/): Palavras libertas de suas origens e objetos, fotografias e pinturas cindidos de suas representações se encontram nas páginas deste livro como um vasto território aberto aos valores expressivos e re-conexões simbólicas para que o leitor se deixe enveredar pelas suas fabulações. Os encontros poéticos entre coisas e tempos reúnem os lapsos e vestígios do acervo de três gerações de familiares nesta obra. É um livro que nasce e cresce do diálogo profícuo entre pai e filha e levará a cabo a possibilidade de se expressar poeticamente como um atlas da vida ordinária das coisas. O leitor encontrará um mapeamento preciso de tudo o que está contido nas colagens de Mariana Tassinari, bem como manchas gráficas que bem poderiam ter sido deixadas pela existência das coisas no rastro de suas histórias. - [Os Modlins](https://fotoeditorial.com/produto/os-modlins/): A vida do fotógrafo Paco Gómez mudou numa tarde de 2003 quando descobriu, numa rua do bairro madrilenho Malasaña, uma coleção de fotografias extraordinárias. Quem eram os protagonistas daquelas imagens inquietantes? Por que posavam em posturas tão chocantes? E, principalmente, o que tinha acontecido para que tudo aquilo acabasse no lixo? Essas e outras perguntas são as que obcecaram dia e noite durante dez anos o autor, que escreveu um misterioso, apaixonado e trepidante relato que faz a fusão de forma natural com gêneros literários tão diferentes, como a crônica jornalística, a biografia detetivesca, os diários, a ficção e, é claro, a fotografia. - [há tempos](https://fotoeditorial.com/produto/ha-tempos/): há tempos marca uma incursão errática de Edreira pelo interior e arredores do Brasília Palace Hotel, onde ele e sua família buscaram abrigo num fim de semana durante a pandemia da Covid-19, em 2020. Acolhidos por essa geometria que cria contrapontos com a natureza ao redor, como idealizou o arquiteto Oscar Niemeyer (1907–2012), Edreira se utilizou desse dilema entre natureza e edificação para criar uma crônica visual em que a lógica da razão arquitetônica tenta domar os feixes de luz que entram pelas frestas do prédio, ao mesmo tempo em que árvores do entorno reivindicam de volta o espaço natural, refletindo-se nas tantas vidraças que fundem interior e exterior. - [Tudo se Refaz](https://fotoeditorial.com/produto/tudo-se-refaz/): Jardins e ateliês, por alguma razão secreta, mantêm muitos graus de afinidade e parentesco. Sentimo-nos enfeitiçados nesses espaços porque neles está contida uma premissa, a duração de tempo, de memória e imaginação. Fora da racionalidade intrépida, movem-se irmanados, cúmplices de uma metamorfose, em ritmo lento, quase invisível a olhos nus. Nesses espaços de jardins e ateliês tudo pode ser eternamente recombinado. Tudo se Refaz. Não há começos, mas recomeços, renascimentos e recriações. Um livro cíclico e maleável em que fotografias e desenhos contaminados como linguagem se dobram e nos convidam a circundar, a movimentar as páginas e a olhar por dentro, avistando espessuras de cores que nos deixam entrever coisas nunca terminadas e um estado latente de recomeços. - [Forma Reforma](https://fotoeditorial.com/produto/forma-reforma/): Espirais inspiram elipses que, excitadas por feixes de luzes incidentais, descrevem órbitas, traçam planos e circunscrevem um campo poético improvável de intrigas dialógicas entre figura e fundo, luz e sombra, forma e dissolução, objeto e representação. É por esse lugar inevitavelmente embaralhado que essas séries de Fernando Santos nos conduzem em ritmo vertiginoso pelas artimanhas da percepção visual. - [Segunda Pele](https://fotoeditorial.com/produto/segunda-pele/): Em desordem lírica, imagens e palavras, realçadas pelas texturas calmas e ternas, nos carregam neste fotolivro para o tempo da doçura, da resistência, da ausência e das cicatrizes. Convidam a esquecer onde estamos e a (des)habitar labirintos e outras peles entre linhas e fios que tecem pequenos reparos de perdas. Segunda Pele é este amálgama entre fotografias e poemas capaz de renovar histórias e genealogias como revelações sobre os tempos e as existências mínimas. É um olhar demorado que cultiva a poesia do silêncio como um gesto que vibra no contratempo dos sentidos anestesiados. - [Ponte dourada sobre rio noturno](https://fotoeditorial.com/produto/ponte-dourada-sobre-rio-noturno/): Este fotolivro é a criação de um elo entre a mãe da fotógrafa Ilana Lichtenstein e o Japão. O projeto gráfico tem como intenção criar uma relação de intimidade com o leitor, convidando-o a ver de perto e sozinho. A opção por encadernar em seu menor lado gera aberturas verticais, provocando o leitor a realizar gestos largos ao mudar de página, como ‘cruzar pontes’. Há uma linha serrilhada percorrendo todo o livro, uma cicatriz que oferece a possibilidade de se destacar cada foto. Ao rasgar a serrilha e retirar uma foto, geram-se novas combinações antes impossíveis, novas pontes entre lugares. O corte, no entanto, é como a morte: fatal. Não é possível reconstruir o livro como era antes, mas ainda se pode ver a marca da foto que partiu. As fotografias foram feitas em película nos anos de 2013 e 2015 em Tóquio, Kyoto e Itō e fazem companhia a fotografias do rosto da mãe – ao longo da vida tido como japonês-, feitas pelo avô, fotógrafo amador, entre os anos 60 e 70. Ele e ela não eram japoneses, e sim de origem polonesa, e ela nunca esteve no Japão. - [LVBRYCA](https://fotoeditorial.com/produto/lvbryca/): Arquivo interativo para download: - [Sognarium](https://fotoeditorial.com/produto/sognarium/): O ciclo da vida da jabuticabeira. A alternância das estações. Os dias de chuva. O luzir do sol. Noites enluaradas. O vento varrendo invernos. A florescência urdida pelos pássaros. Os olhos negros-verdes tímidos do fruto. Insetos em sexo. Açúcar roxo. Formigas em procissão. A serpente onipresente. O temor do invisível. A sublimação dos enigmas da vida. O desejo reprimido de embalar o neto. Imagens esquecidas num porão. Aquarelas de jabuticabas. O papel de parede ancestral. Sonhos vertidos em imagens. Imagens invertidas de um sonho. Sognarium é a convocação manifesta do campo sensorial que busca poeticamente a vida das imagens que escapam das rédeas da razão para apresentarem de forma delirante a espessura de outras paisagens possíveis. Paisagens sonhadas e cultuadas como mistérios sobre a nossa existência e transcendência. - [Tempo Matéria](https://fotoeditorial.com/produto/tempo-materia/): Pesquisa que se principia na observação contemplativa do mundo e invoca instantes de diluição do artista nos elementos que circunscrevem as feições do universo. Essas fotografias emergem como alumbramentos de um estado meditativo. Entre respirar e expirar pausadamente podemos, finalmente, entrever símbolos que flagram a projeção do nosso eu interior na natureza e vice-versa. Imagens tão sutis quanto abissais. O todo contido no mínimo. O mínimo que flagra explosões no interior do mundo. - [Revoada](https://fotoeditorial.com/produto/revoada/): As fotografias da série Revoada foram produzidas por Graziella Fraccaroli durante os primeiros meses de confinamento em sua casa, no contexto da pandemia do Covid-19, em 2020. Fotógrafa habituada ao ambiente de estúdio, a artista fez uso da luz que entrava pela janela de seu apartamento para ensaiar gestos performáticos de liberdade. Folhas de papel em branco lançadas ao ar tornaram-se acontecimentos erráticos de voos que não duravam mais do que alguns segundos. - [Nós, os outros](https://fotoeditorial.com/produto/nos-os-outros/): Uma viagem em família pode ser o ponto de partida ou de chegada. Feito malhas e traçados, as imagens vernaculares de arquivos em "Nós, os outros", de Solange Quiroga, nos emaranham pelas rotas de histórias do outro como se fossem a nossa. Afinal a história aqui é só o que escapa. História, de histórias. - [A fotografia e o verme](https://fotoeditorial.com/produto/a-fotografia-e-o-verme/): Uma analogia inusitada e conectiva entre o verme e a fotografia (...) Norval Baitello junior ilumina, com sua escrita fértil e radical (e radicular), as profundas e complexas elaborações flusserianas entre mundo animal e a cultura humana – como aquelas encontradas em textos de Flusser, a exemplo de Vampyroteuthis Infernalis (1987) –, deixando para trás uma visão humana hegemônica. - [Tempo Quando](https://fotoeditorial.com/produto/tempo-quando/): Em Tempo Quando a artista Marilde Stropp aposta na arte feita de embates pela crença absoluta de que a poética só pode ser resolvida a partir da tensão entre matérias vivas e da intensa negociação entre opostos, da paixão, e do atrito amoroso e espinhoso entre corpos. Como diz Marilde: “a lida com o universo da arte me faz enfrentar o desmedido das imagens, criar o provável, ver o que existe se o invisível fosse visível. Elas, as imagens, são interrogações que me levam a investigar os significados do tempo. Desse tempo dilatado, o tempo do quando”. - [Meio Visível](https://fotoeditorial.com/produto/meio-visivel/): O olhar perspicaz de P.O. Almeida, no lugar de uma crítica ácida e ensimesmada do mundo contemporâneo, utiliza de suas inspiradas composições estilhaçadas para comentar com ironia e uma gargalhada silenciosa os descaminhos da humanidade. Trata-se de um olhar que constata o mundo que construímos a partir de nossos desejos capitaneados pelo consumo sem, no entanto, julgá-lo. Em paralelo a isso, sua fotografia homenageia seus ídolos que desbravaram tanto o mundo quanto a linguagem fotográfica. A fotografia de P.O. Almeida atualiza questões do modernismo no contemporâneo ao construir um intrincado e bem-humorado labirinto no qual nos percebemos velozes e furiosos em demasia. A fotografia para ele torna-se a possibilidade de desmontar e remontar as peças que formam a paisagem, gerando assim a possibilidade de infinitas combinações narrativas. - [Formas Fósseis](https://fotoeditorial.com/produto/formas-fosseis/): Os vazios são reveladores de traços e rastros de tudo aquilo que sobreviveu impresso pela ação fantasmagórica do tempo. As marcas e a aura das coisas que existiram um dia no espaço em que habitamos estarão lá como latências enquadradas pela poeira do tempo, Um quebra-cabeças de sombras de imagens. Formas Fósseis, de Daniela Carbognin, é um fotolivro ocupado pelo vazio das coisas. Uma pesquisa fotográfica dedicada a tornar visíveis essas latências de imagens. Em outras palavras: imagens emergentes graças aos fósseis das formas das coisas já ausentes. Formas Fósseis é uma obra assinada com tiragem de 110 unidades. — Fotô Editorial Tamanho: 29 cm x 22 cm ISBN: 978-65-991439-5-3 Tiragem: 110 - [Asfixia](https://fotoeditorial.com/produto/asfixia/): Asfixia, a primeira obra de Candice Carvalho Feio, é um livro-manifesto em edição bilíngue (português-inglês). A obra é um recorte das duas crises que eclodiram simultaneamente na cidade de Nova York, em 2020: pandemia e protestos antirracistas. Cabe à Asfixia a definição de diário do epicentro ou, como descreve o prefácio de Caetano Veloso, um "livro-relato-poesia (que) nos leva para mais perto da vivência emocional que talvez nos abra os caminhos da verdadeira Abolição". A história contada numa sequência cronológica de fotografias e textos traz, ora o caráter de reportagem, ora a experiência pessoal. Os registros foram feitos durante a cobertura da jornalista para os canais Globonews e TV Globo. Candice atua a serviço do escritório da emissora em Nova York, onde vive há quase oito anos. As páginas de Asfixia flagram esse momento histórico e dramático no qual a crise da saúde e o racismo endêmico se uniram para descortinar as chagas centenárias de um povo que, como nós, enfrentou a anomalia da escravidão, do preconceito racial e que até hoje se vê obrigado a sair às ruas para manifestar o seu "basta!".  É o retrato da mobilização popular como um ato de insubmissão à morte. A única opção possível para aqueles manifestantes. “Protestavam como quem carregava o destino do povo nas mãos’’, descreve a autora. - [Biblioteca Íntima](https://fotoeditorial.com/produto/biblioteca-intima/): Vencedor do II Prêmio Mundie de Fotografia Venda limitada a 120 exemplares Livros assinados e numerados. Ao experimentar o corpo fotográfico, a artista rende-se e transforma, a si mesma, em um corpo-imagem, corpo-carne, corpo-sopro, disposto a tornar visível tudo aquilo o que se oculta e recusa-se a tornar-se escritura. A obra de Sheila Oliveira é, invariavelmente, uma reflexão obstinada a vasculhar, nas dobras da existência, o que nos é essencial. Qual é a nervura, a quintessência, o sopro da vida? As imagens do itinerário de seus trabalhos, reunidas em seu primeiro livro, soam por vezes como uma alucinação, outras vezes como metáforas que possuem uma clareza assustadora sobre os desvãos que opõem matéria e dissolução, corpo e espírito, razão e devaneio. — Fotô Editorial 104 p. + livreto 32p. Impressão de 700 exemplares / Disponível para venda somente 120 exemplares ISBN 978-85-63824-20-2   Em Biblioteca Íntima estamos diante de uma espécie de pré-imagens, ou de imagens que antecedem imagens. Não vemos exatamente fotografias, mas fotografias que sugerem fotografias; um corpo que sugere outros corpos envoltos de mistérios e desvãos. - [O Perfume](https://fotoeditorial.com/produto/o-perfume/): Em O Perfume, seu primeiro fotolivro, a artista Natasha Ganme despe-se de dicotomias que tendem a opor conceitos de beleza e horror para nos conduzir a uma miríade de sensações limítrofes que justapõem delicadeza e violência nos labirintos insondáveis da existência. Ossos, asas, taxidermias, rendas e bordados se conjugam para criar uma narrativa filosófica e poética de grande potência. — Fotô Editorial Tamanho: 16 cm x 22 cm ISBN: 978-65-991439-1-5 Tiragem: 500 - [Sólido](https://fotoeditorial.com/produto/solido/): O e-book “Sólido”, de Nino Cais, é uma pesquisa limítrofe entre fotografia e desenho, colagem e apropriação, múltiplo e original. Nesse ensaio o artista se vale de fotos antigas de monumentos para interpelar a natureza bidimensional da fotografia em relação a tridimensionalidade do espaço e da arquitetura. Ao migrar de sua natureza impressa para o ambiente digital, a obra ganha novo dinamismo ao incorporar as virtudes do meio, tais como a luminosidade da tela, o movimento das transições, a definição da imagem e as múltiplas possibilidades de edição. Arquivo interativo para download: - [Traslado](https://fotoeditorial.com/produto/traslado/): No e-book TRASLADO, de Mariana Tassinari, a autora faz uma investigação poética e arqueológica pelas fotografias de viagens de seus avós e de sua mãe, para refletir por meio de colagens, sobre a ideia de deslocamento e do desejo de tornar perene as experiências ocorridas quando estamos fora do nosso território de origem. Arquivo interativo para download: - [Tempus Fugit](https://fotoeditorial.com/produto/tempus-fugit/): De que valem as fotografias que acumulamos ao longo da vida? Ao sobrevoar o acervo de um fotógrafo com as indagações filosóficas e o pensamento sensível de Ilan Kelson, entramos numa constelação na qual os astros se iluminam mutuamente transformando-se uns aos outros. Repletos de dúvidas acerca do destino do mundo, esses astros possuem segredado em si mesmos, sem sabê-lo, as respostas acerca da vulnerabilidade e da transcendência de seus corpos e daquilo que os anima. Ilan interroga o mundo, sob a luz do cotidiano, e as imagens que ele traz à tona, agora consteladas em Tempus Fugit, parecem iluminar nossos roteiros de vida. — Fotô Editorial Tamanho: 30,5 cm x 22,5 cm ISBN: 978-85-63824-30-1 Tiragem: 400 - [Los Cerros](https://fotoeditorial.com/produto/los-cerros/): Los Cerros é o primeiro livro da nova linha Editorial da Fotô, onde desenvolvemos um processo de impressão artesanal totalmente feito na Editora. Em Los Cerros, as paisagens escondem-se em fundos negros. Apresentam-se cortadas por baixas luzes em alto contraste anunciando apenas o entrever deste lugar nas suas existências mínimas. Por entre frestas dessas densidades de preto sobre preto é que desfilam evidenciações daquilo que está de passagem. Procurando descobrir o que nos mostram sem mostrar, superfícies ilusionistas criam profundidades emaranhadas que buscam o telúrico. Los Cerros é essa tentativa assertiva de fazer um fotolivro, no qual o movimento da fotografia finca-se transversalmente em outras grafias. As fotografias nascem de uma outra forma de ser fotografia. Nascem com a experimentação de um desenho para logo em seguida ultrapassá-lo. Rendem-se aos gestos das mãos, que tocam e sentem a terra para saber mais. Los Cerros é uma obra assinada com tiragem de 120 unidades. Cada livro tem uma capa exclusiva e feita a mão pela Artista Elaine Pessoa. — Fotô Editorial Tamanho: 29 cm x 22 cm ISBN: 978-65-991439-0-8 Tiragem: 120 - [Onde Jaz Meu Céu Estrelado](https://fotoeditorial.com/produto/onde-jaz-meu-ceu-estrelado/): Onde Jaz Meu Céu Estrelado é uma história feita a contrapelo de muitas outras histórias. Quando a artista visual Juliana Jacyntho deu início a este projeto, em 2016, o mar em Atafona - um pequeno lugar pertencente a São João da Barra, no Rio de Janeiro, - estava chegando muito perto das casas de sua infância. Uma arqueologia poética em que as imagens nos levam a experimentar a sensação de querer ver o que não está mais lá. O fotolivro nos convida a desvendar as muitas camadas de tempos e memórias deste lugar, a partir do gesto simbólico de mergulho e travessia entre dois blocos de páginas. Onde jaz meu céu estrelado - Edição Especial O livro vai acompanhado de um print do mar de atafona, impresso em papel algodão, com intervenções de restos de azulejos garimpados ao longo dos anos do projeto. São apenas dez caixas + duas provas de autor. Todas as fotografias numeradas e assinadas. Cada intervenção é única, as cores e o posicionamento dos elementos de cerâmica variam em cada uma das dez fotografias. Aleatório e ‘dialético’ como deve ser, como o movimento das ondas, o vai e vem do tempo, as idas e vindas da vida. Caixa acrílica 25x21x5.5cm Um exemplar do livro, numerado e assinado; Uma fotografia 21x25cm, impressa em papel Photo Rag 310g, com elementos de cerâmica, numerada e assinada. Tiragem de 10 + 2PA Valor: R$1.200,00 - [Veredas Mágicas](https://fotoeditorial.com/produto/veredas-magicas/): Em Veredas Mágicas, Norma Vieira rememora as fabulações do ambiente científico de seu pai, Aristóteris Teixeira Leão, que trabalhava na parte de parasitologia do Instituto Butantan, entre as décadas de 1940 e 1960. A artista resgata desenhos originais científicos, dossiês publicados, diários e mapas de viagens, fotografias do contato com os índios Carajás e imagens de família, muitas das quais com seu pai em meio aos bichos e seus instrumentos. A obra que aflora neste fotolivro é um exercício de criação e um testemunho emocional. Folhear e expedicionar por estas páginas nos faz conhecer o ritual do cientista do Butantan e as descobertas de uma ciência na primeira metade do século XX, permitindo, ao mesmo tempo, re-olhar todo esse universo de resultados científicos como uma plataforma imaginativa de acesso ao imemorial. Edição Especial O livro vai acompanhado de um Gravura em metal com interferência da autora em cada uma, tiragem de 7. Cada intervenção é única e o processo é todo manual. - [Still Life](https://fotoeditorial.com/produto/still-life/): Em seus trabalhos anteriores, o artista Lucas Lenci criou ensaios fotográficos que tensionavam a natureza silenciosa e estática da fotografia. Agora, em Still Life, Lenci aprofunda essas questões ao criar um paralelo entre fotografia e taxidermia, nos conduzindo a reflexões filosóficas bem engendradas sobre os binômios vida e morte, existência e resistência, arquivo e sobrevivência, still e life. Tais reflexões permeiam a razão de existir das imagens, da beleza fugaz dos pássaros e, em última instância, de nós mesmos. Edição Especial O livro vai acompanhado de uma chapa gráfica em moldura de madeira de uma das paginas do livro . Tiragem de 10. - [Maré de Rio](https://fotoeditorial.com/produto/mare-de-rio/): A Lua e a Terra, atraídas entre si, descrevem órbitas no entorno do Sol. Faz-se noite, faz-se dia. A Lua dança orbitando a Terra. Revolução. Em determinado ponto, a Lua chega à aproximação máxima da Terra, excitando as águas. Maré cheia. Em poucas horas, o arco descrito se afasta. Vazante. Em rotações incessantes, o Sol ilumina, apaga, gera atmosferas descontínuas. A água, em estado de rio ou de nuvem, brinca com os feixes de luz criando aquarelas multicoloridas no lusco fusco que precede o ocaso. Segue a rotação da Terra, dança no infinito. Faz-se noite, faz-se dia. - [Inácquas](https://fotoeditorial.com/produto/inacquas/): Navegando por entre metáforas dos movimentos das águas, Eidi articula em Inácquas a precipitação de um acervo de fotografias por ela produzido em suas itinerâncias nos últimos anos. Fabulando rotas possíveis perante a rebelião própria ao devaneio das águas, Inácquas revela uma busca estética para des-codificar e trans-figurar o ambiente aquoso; borrifar suas cores, reflexos e texturas. “Cada processo, cada etapa expressa um desejo de aproximação-distância, foco-desfoco, revelar-esconder, clareza-mistério, rastros-presenças”, descreve a artista. Inácquas - Eidi Feldon - Edição Especial Caixa acrílica com madeira Gota em resina com fotografia e materiais diversos (cada peça é única) Um exemplar do livro, numerado e assinado; Tiragem de 12 - [100 # Fim](https://fotoeditorial.com/produto/100-fim/): É uma parte do acúmulo da pesquisa visual da artista, responsável por inspirar seus processos de criação nos últimos anos. A edição é uma pequena coleção de fotografias sem importância valiosas para sonhar. — Fotô Editorial Tiragem: 100 Vem junto com 2 fotografias assinadas Tamanho: 10 x 13 cm - [Insular](https://fotoeditorial.com/produto/insular/): Buscar o singular é minha maneira de encontrar o meu marco zero, onde eu começo, aconteço e permaneço. O espaço geográfico que ocupo dentro de mim faz parte de um relevo que muitas vezes não reconheço. Tenho medo do novo e de perder o passado. É preciso ser de algum lugar? Durante dois anos fotografei a casa que habita dentro de mim. IN SUL LAR é um poema fotobiográfico sobre o universo das relações familiares e dos afetos. O nome é uma referência ao termo insular, usado para indicar aquele ou aquilo que é pertencente a uma ilha. Este poema, composto por palavras e imagens, é uma metáfora que construí para tratar das emoções, da nostalgia, daquela saudade diferente, vivida pelo afastamento do lugar de origem. A ilha, que mesmo distante, sempre habitarei. — Dimensões 20 × 1 × 20 cm Edição: 1ª Ano: 2017 Tiragem: 150 Local de produção: São Paulo, Brasil Idioma: Português Encadernação: Capa dura Número de Páginas: 84 ISBN 9788595500174 - [Diante da Sombra](https://fotoeditorial.com/produto/diante-da-sombra/): "Não mudaria nada. Ou talvez... Talvez mudasse um pouco. Animou-se quando se deu conta de que haveria o resto da paisagem que não coube no enquadramento: um pouco do lado direito, outro pouco do lado esquerdo, quem sabe, também atrás do fotógrafo. Talvez houvesse outras cores além daquelas. Para quem não deseja nada, quanta coisa pode ser esse tanto de paisagem a descobrir. Foram as idas e vindas entre essa fotografia e o mapa-múndi da parede que lhe trouxeram a ideia de sair em busca daquele lugar." — Formato: Brochura / 23 x 16 cm Número de páginas: 144 Ano de edição: 2018 Edição: 1ª ISBN: 9788555320699 - [O céu vem abaixo](https://fotoeditorial.com/produto/o-ceu-vem-abaixo/): Nascido em Niterói nove anos após o final da Segunda Guerra Mundial, José Diniz cresceu ouvindo histórias sobre submarinos, ataques aéreos e naufrágios. O garoto observava o mar imaginando que submarinos podiam estar ali debaixo d'água. Logo eles se tornaram seus temas de desenho. Adulto, o interesse pelos submarinos e histórias do mar se intensificaram. Em "O Céu Vem Abaixo", Diniz articula com grande maestria fotografias de submarinos no mar - maquetes que ele construiu em sua marcenaria - documentos de época, autorretratos, cenas de filmes de guerra e os tais desenhos de infância. A narrativa remete a um denso e instigante filme noir. O livro mimetiza em seu projeto gráfico os diários de bordo das embarcações. — Fotô Editorial Número de páginas: 122 Formato: brochura / 22 x 16 cm ISBN: 978-85-63824-25-7 - [Velaturas](https://fotoeditorial.com/produto/velaturas/): Durante viagem a Israel em 2018, a artista visual Helena Teixeira Rios visitou as cidades de Jerusalém, Tel Aviv, Acre, Haifa, Safed, Massada e Nazaré – locais que remontam ao quarto milênio A.C. Berço das três grandes religiões monoteístas, cada esquina, prédio, monumento ou ruína ali estáticos são também arquétipos de expressiva significação para judeus, muçulmanos e cristãos. De volta, na atmosfera cúmplice de seu ateliê, Helena percebeu que as fotografias obtidas em Israel eram como uma argila a ser modelada. Fazia-se necessária uma ação de intervenção para torná-las uma instância visual capaz de expressar a complexidade de Israel. Com distintas técnicas, as fotografias foram transfiguradas até ganharem novo dinamismo pelo emprego de camadas de tintas, ranhuras, sobreposições, aquarelas que auxiliaram a gerar uma pátina atemporal. As "Velaturas" que a artista criou ganham potência no elaborado projeto gráfico do livro, que "esconde" algumas das imagens para que o leitor a descubra. — Fotô Editorial Número de páginas: 128 Formato: brochura / 24 x 16 cm ISBN: 978-85-63824-26-4 - [Vista-SP](https://fotoeditorial.com/produto/vista-sp/): Para inaugurar a linha de edições livros-objetos da Fotô Editorial, convidamos a artista Lucia Mindlin Loeb. Tratam-se de obras de arte que encontram o seu suporte na forma de livros, ao mesmo tempo em que transcendem a forma, a navegação e o uso destes. Tais obras convocam a uma experiência perceptiva desvinculada das formas e funções esperadas tanto de uma obra de arte tradicional quanto de um livro. As obras "SP Vista" e "Árvore", de Loeb, surgem de sua profícua pesquisa nas quais o objeto livro é investigado a partir de inúmeras possibilidades formais. — Fotô Editorial Tiragem: 25 exemplares ISBN: 978-85 63824-22-6 - [Herbário Baldio](https://fotoeditorial.com/produto/herbario-baldio/): Entre o desejo da eternidade e a consciência do transitório, assenta-se este Herbário Baldio, nova pesquisa poética da artista visual Ana Lucia Mariz. Recorrendo aos primórdios da invenção da fotografia, Mariz se inspira nos photogenic drawings do pioneiro William Henry Fox Talbot (1800–1877) e nas experimentações com cianotipia da botânica e fotógrafa Anna Atkins (1799–1871), para trazer à luz, sem o uso de câmera fotográfica, uma história de minúcias e resistências ¬– decorrências do processo acelerado e desordenado de mutações de São Paulo ou, como diria o geógrafo Milton Santos, a acumulação de tempos desiguais que permeia o espaço de uma cidade. — Tiragem: 110 exemplares ISBN: 978-85-63824-23-3 - [Curadoria em fotografia: da pesquisa à exposição](https://fotoeditorial.com/produto/curadoria-em-fotografia-da-pesquisa-a-exposicao/): Arquivo interativo para download: - [Virtude Cênica](https://fotoeditorial.com/produto/virtude-cenica/): Fotô Editorial 84 p. 1000 exemplares ISBN 978-85-63824-19-6 - [Itá](https://fotoeditorial.com/produto/ita/): À resistência fria da pedra, se opõe um corpo-objeto do próprio artista como quem questiona a memória do tempo sobre a vulnerabilidade do ser e a perenidade do que não nos é tangígel. Sobre a pedra surgem ardis de floras, vestígios de esqueletos que, esquecidos dos corpos que os abrigavam, agora invocam a temporalidade que os tornarão sedimento inquebrantável, magma, pedra absoluta. E quando a pedra parece não ceder aos lamentos urgentes do que é humanamente orgânico, eis que a natureza do inefável, do não bruto, como a água e o vento, a esculpem e a conformam ao sabor dos destinos das coisas leves e voláteis. A dureza da pedra se rende ao afeto cálido do que é presente e não visível. Não enfrente-a. Freqüente-a. A matéria da pedra é a memória do mundo. — Fotô Editorial 88 páginas 1000 exemplares ISBN: 978-85-63824-14-1 — Iezu Kaeru, artista multimídia, vive e trabalha em Recife/PE. É graduado  em  Comunicação  Social (UFPE), atua como educador social desde 2008 e desenvolve um trabalho híbrido que dialoga com: fotografia, cinema, arte contemporânea, intervenção urbana, música e artes plásticas. Possui uma relevante trajetória fotográfica, ao longo de mais de 10 anos de atuação. Realizou importantes exposições fotográficas individuais em Pernambuco, e foi selecionado para diversos salões nacionais e internacionais de fotografia, entre 2011 e 2014. O artista foi contemplado em diversos prêmios: Premiado no III Salão de Fotografia do Mar, promovido pela Marinha do Brasil; Premiado no Edital nacional de arte contemporânea SPA das Artes com o projeto "Galo  da Madrugada" (2006); Vencedor do V e do VII Concurso de Fotografia Pernambuco Nação Cultural, promovido pela Fundarpe e Secretaria de Cultura de Pernambuco (2011 e 2014); Selecionado para o Prêmio de Fotografia Marc Ferrez - Sesc-DF (2014). Como realizador, assina a Direção, Fotografia e Direção Musical do filme "O Olho do Avestruz"(2011), contemplado com o "Prêmio Cineclubista de Melhor Curta-Metragem Para Reflexão", concedido pela Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC); foi premiado com o filme "Memória da Pedra" Terceiro Lugar na Categoria Experimental do 15º Festcine - Festival de Curtas de Pernambuco (2013). Realizou a Direção, Direção Musical e Fotografia do curta "Panapanã", contemplado com o Prêmio Especial do Júri no 16º Festcine - Festival de Curtas de Pernambuco (2014).    Em "Itá", o recifense artista Iezu Kaeru investe sobre a pedra interessado na ancestralidade que ela carrega em sua carnadura concreta. O que outrora foi líquido, matéria maleável, hoje é rocha que condensa a soma dos dias e a sapiência do mundo. - [Livro Tombo](https://fotoeditorial.com/produto/livro-tombo/): A autora adentra os porões da casa onírica de sua avó, vê e é vista pelos cantos, toca alegorias, enxerga as hortênsias de um jardim em preto e branco como se fossem ciclames azuis e superviventes às estações. Ode ao Tombo! A memória dança e galopeia entre lampejos e clarões. No Livro Tombo, de Fabiana Ruggiero, as imagens são atravessamentos temporais, que revelam sulcos, ruínas, intersecções, vizinhanças e relações. De tudo o que se ajunta, de tudo o que se acumula, de tudo o que se seleciona, impregnado pela necessidade do movimento pulsante para que um inventário do sensível reproduza o entrelace com a vida das imagens. — ISBN: 978-85-63824-17-2 Viajando entre relatos de sua avó, álbuns e arquivos e criando esquemas alusivos a plantas baixas de um imóvel – a antiga casa de sua família –, a autora se guia por associações poéticas e afetivas para criar uma narrativa própria e não linear da natureza insurgente das imagens fotográficas. - [Geografia dos Sonhos](https://fotoeditorial.com/produto/geografia-dos-sonhos/): Há um instante entre instantes no qual luzes tênues incidem em diagonais, conferindo à paisagem da vida uma visão-vertigem em ritmo de diorama. Eis que entre o factível e a irrealidade repousam potências de fábulas extraídas da experiência amorosa correlata às histórias familiares. Prenúncios de enredos emaranhados nas tramas dos afetos gestam imagens que se entorpecem nas espirais das gerações justapostas no tempo infinitesimal da vida. — ISBN: 978-85-63824-16-5 Luzes tênues que escrevem e inscrevem na geografia uma paisagem despertada das profundezas. Memória-sonho sonâmbula. Engrama de uma Geografia do Sonho, ensaio que a fotógrafa Beth Barone procura desenhar com lampejos de imagens. Vagando por uma vasta floresta, ora mítica e frondosa, ora transfigurada em um território árido e desolador, uma circunspecta figura feminina, em flagrante devaneio, emite sinais especulares desde seu promontório. Os azuis celestiais das vestes irradiam-se pela mata, serpenteando-a. Antes de observar o mundo, faz com que o mundo observe no espelho o contorno de sua inacessível face. Ponto abissal de convergência: a mística da figura materna. - [Floema](https://fotoeditorial.com/produto/floema/): As fotografias de Floema, gestadas por Sonia Dias, convulsionam as temporalidades do fantástico. Os símbolos, a matéria sensível, o tempo, a memória, o inconsciente, as vigílias e as arquiteturas a solaparem vertiginosamente, soçobrados pela irradiação fotomagnética e interestelar de suas imagens-eclipses. Formas se deformam, conformam, reformam. Retornam. — ISBN: 978-85-63824-15-8 As fotografias de Sonia Dias são escrituras de uma luz longínqua: marcam e cicatrizam, rebatem e devolvem, intensificam e, por fim, eliminam toda a polaridade entre os eventos da terra e a onipresença dos vetores celestiais. Fotografias que ora pairam sobre mundos de realidades imaginárias e ora aterrissam no firmamento das paisagens imemoriais. - [Imagens-Ocasiões](https://fotoeditorial.com/produto/imagens-ocasioes/): Imagens-Ocasiões, obra de Georges Didi-Huberman  (2018) lançamento inédito de Fotô Editorial, em língua portuguesa, traz como confissões generosas o pensamento do filósofo e historiador da arte francês sobre as “apercebenças”, termo recriado em português para traduzir “aperçues”. Trata-se de uma fenomenologia dessas “lascas de imagens” do mundo, que aparecem sob os nossos olhos diante de um turbilhão de coisas vistas. Imagens “passantes”,  que vinculam-se e desvinculam-se revestidas de tempo e memória. “O texto é quase uma dança, uma coreografia de movimentos, composta de 29 textos-fragmentos. Acompanhados de referências oriundas de suas leituras e pensamentos, os fragmentos são colocados em jogo, dispostos como num ‘tabuleiro de montagem’ sobre as coisas vistas de passagem. Desafios literários saborosos e fecundos ao pensamento filosófico sobre as imagens”, comenta a organizadora da obra Fabiana Bruno. Imagens-Ocasiões reúne 29 textos-fragmentos, que fazem parte da obra original francesa Aperçues, com tradução de Guilherme Ivo e revisão técnica de Etienne Samain. Do Ateliê Fotô integram o livro 21 fotografias – de 7 artistas participantes dos Grupos de Estudos e Criação – protagonizadoras de uma cumplicidade inusitada com o pensamento poético do autor. — ISBN: 978-85-63824-11-0 Imagens-Ocasiões reúne 29 textos-fragmentos, que fazem parte da obra original francesa Aperçues, com tradução de Guilherme Ivo e revisão técnica de Etienne Samain. - [Ser Diretor](https://fotoeditorial.com/produto/ser-diretor/): Finalista do Prêmio Jabuti 2018 Projeto realizado pelo jornalista Eder Chiodetto para o Instituto Unibanco, voltado para ações que visam a melhoria do ensino público no Brasil. O autor voltou a fotografar após 15 anos e percorreu 6.590 km entre os estados de Pará, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Goiás e Espírito Santo para entrevistar 30 diretores de escolas públicas sobre gestão escolar e realizar um ensaio fotográfico das 30 escolas espalhadas pelo território desses seis estados. Ser Diretor – uma viagem por 30 escolas públicas brasileiras retrata o cotidiano de gestores escolares. São profissionais da educação reconhecidos pelo seu comprometimento e dedicação, como tantos no país que, mesmo em contextos desafiadores, conseguem construir vínculos com a comunidade escolar e tomar decisões que impactam positivamente na aprendizagem dos estudantes. Os personagens deste livro representam o poder transformador da gestão escolar. A memória da criança e do adolescente, que gostava de olhar diretamente para a fonte de luz quando estava na carteira da escola, ficou mais intensa quando visitei a primeira escola deste projeto, em Belém do Pará, e me deparei com os raios de sol da manhã atravessando as salas de aula. O fotógrafo, agora adulto, fez uma analogia com o Mito da Caverna, de Platão. A sala de aula seria, então, a caverna onde os estudantes se encontram com o intuito de ganhar forças para se libertar das correntes que os aprisionam, obrigando-os a olhar apenas para a parede — metáfora do senso comum para o filósofo. Libertos, eles podem finalmente deixar de perceber o mundo pela ilusão das sombras e olhar na direção da luz, vivenciando o mundo exterior com visão autônoma e crítica. A luz é o saber. Eder Chiodetto Arquivo para impressão: - [Intervalos Acidentais](https://fotoeditorial.com/produto/intervalos-acidentais/): Aurora. Um feixe luminoso, rarefeito e preguiçoso precipita-se através dos visores projetados pelo desenho arquitetônico. A escuridão do interior sutilmente perde a sua intensidade e macula-se de tons gris. Desponta a manhã. Num átimo, faz-se a luz. E da luz nasce o desenho. Contornam-se volumes. Raios luminosos incidem horizontalmente, coreografando sombras. A cada novo lusco-fusco, a cada órbita, os astros circundam o planeta Terra e seguem inscrevendo rastros. Os olhos de Antonio Florence preservam o espanto e o arrebatamento de perceber essas erráticas grafias, não deixando jamais o espetáculo extraordinário que é o eterno reinício dos dias a cada nova manhã, tornar-se um evento ordinário por conta de sua ocorrência cíclica. Intervalos Acidentais é essencialmente um livro de contemplação. Renunciando às decifrações dos enigmas da astrofísica, o fotógrafo opta por colecionar e encapsular em sua câmera o brilho das estrelas, os arroubos da lua cheia, a contundência dos raios solares e também o enlevo das luzes artificiais, que os homens constroem acreditando no poder de criação de sua própria "Via Láctea". A fotografia surge para Antonio como a possibilidade de criar desenhos sobre uma dada superfície. Sem se deixar levar por artifícios fáceis, sua obra se constrói a partir de um olhar detido, apreendendo os efeitos da luz sobre uma quina, um objeto, um plano. Perceber tais ocorrências implica entrar no mesmo ritmo, na mesma pulsação do universo. Significa alinhar percepção com o fluxo do tempo, com a fruição do cosmo. Processo esse que leva o fotógrafo naturalmente a evadir-se de si para entrar em consonância com instâncias meditativas. — ISBN: 978-85-63824-13-4 Livro + fotografia assinada. - [Quase escondido](https://fotoeditorial.com/produto/quase-escondido/): Sete décadas se passaram no tempo infinito da fotografia e na vida da protagonista deste roman-photo. Do desejo à angústia dos preparativos à realização, do medo à certeza de ter feito o que se fez, apreendemos por meio desses pedaços visuais, extraídos e multiplicados, sobrepostos e acrescidos o tempo circular e suspenso do amor absoluto. — Fotô Editorial 112 páginas 500 exemplares assinados e numerados ISBN: 978-85-63824-09-7 — Vane Barini, natural de São Paulo, 1951.  Vive e trabalha em Campinas. Graduada em Arquitetura e Urbanismo, voltou-se primeiramente para a Fotografia e depois para as Artes Plásticas. Ao longo de sua trajetória artística tem se dedicado a retratar cenas envoltas pelo cotidiano, de personagens comuns, quase sempre urbanos. Adepta à experimentação visual e à linguagem contemporânea, encontra na fotografia um ponto de partida para construir narrativas que ora investigam, de muito perto, a solidão e as histórias humanas por meio do mínimo, formado de um detalhe fotográfico, e ora tratam dos excessos, a partir do acúmulo e montagem de uma grande quantidade de fotografias sobre o mesmo tema. Integra os grupos de estudos Ateliê CASA, Farol 81 e Grupo Antropoantro na cidade de Campinas. vanebarini@gmail.com -  vanebarini.com A artista visual Vane Barini investiga poeticamente a história do casamento de sua mãe, repleta de sobressaltos tendo a fotografia que consumou o enlace matrimonial como fio condutor. Livro de extrema delicadeza com um final surpreendente. - [Paysages](https://fotoeditorial.com/produto/paysages/): Nas veredas do seu olhar inquieto e questionador, Elaine Pessoa articula estratégias de investigação nas quais uma visada extemporânea busca conciliar na mesma superfície o aqui e o alhures, o presente e a memória, o visto e o fabulado, o quadro e o extraquadro. Uma fotografia não cabe numa fotografia, parece nos dizer o tempo todo a obra de Pessoa. Logo, suas obras são o que ela denomina de "tropeços na falha da fotografia". Utilizando imagens encontradas em sebos, a artista fabula o extraquadro criando uma tensão poética em alta voltagem. — Fotô Editorial 72 páginas 200 exemplares assinados e numerados Tiragem especial de 15 livros com print assinado ISBN: 978-85-63824-12-7 — Elaine Pessoa, artista plástica, vive e trabalha em São Paulo, pós-graduada em Fotografia pela FAAP/SP e em Administração da Produção pela Fundação Vanzolini Poli/USP-SP. Participa assiduamente de salões, festivais e bienais de gravura e fotografia, dentre as quais destacam-se as mais recentes Zip’up Zipper Galeria, Arte Londrina 4, Photoespaña na Biblioteca Nacional de Madri, VI Edição do Diário Contemporaneo na Casa das Onze Janelas, 47.o SAC – Salão de Arte contemporânea de Piracicaba, XV Bienal de Miniaturas Gráficas Luisa Palacios, e a 5ª Mostra SP de Fotografia no Espaço Revista Cult. Lançamento do foto livro Tempo Arenoso, em 2015 e participação em edições e exposições de Feiras de Livro de fotografia. Nimbus é seu segundo fotolivro. Site: www.elainepessoa.com.br A obra de Elaine Pessoa investiga na tradição da representação da paisagem, em intersecção com a subjetividade da artista, percursos possíveis da percepção visual ao confrontar a natureza do mundo com a natureza da fotografia. - [O corpo neutro](https://fotoeditorial.com/produto/o-corpo-neutro/): O autor explora o corpo neutro do referente na imagem fotográfica e o resultado da sua pesquisa é este conjunto de narrativas. Cada uma é desenvolvida em diálogo com outros autores e construída a partir de retratos da sua família. Ele, em particular, conta a história de um homem e de uma mulher, mas eles não são um casal. Ele é avô dela. E ela, ainda criança nestas imagens, é agora mãe do autor. Lê-se no verso de um dos retratos dela: Vimeiro 1968. É a costa ocidental portuguesa. Lugar onde se travou a batalha com os franceses no início do século XIX e, pelo que parece, destino de férias da sua família. Lugar esperado e distante, onde águas doces e salgadas se encontram e a ilha de Saturno pontua o horizonte. Ilha granítica situada no oceano Atlântico, a meia dúzia de milhas do Cabo Carvoeiro e no horizonte do Vimeiro, onde o avô ensinou a criança a nadar. Acontecimento testemunhado pelo aparelho fotográfico do pai e comprovado até hoje pelo álbum de família. — Dezembro 2015 160 páginas 14,8 x 21cm Impressão Offset Edição de autor Primeira edição ISBN 978-859-19553-0-5 Imagens, texto e desenho do livro de Filipe dos Santos Barrocas Textos de Ana Pais, Filipe Almeida, Renato Jacques de Brito e Wagner Schwartz Revisão de Flávia Vieira Tradução de Renato Jacques de Brito Tiragem limitada e assinada de 400 exemplares Papeis Munken Lynx Rough 120grs e Pólen Bold 90grs Fontes Baskerville e Helvetica Gráficas Cinelândia e Ipsis Realizado com o apoio da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo — Filipe dos Santos Barrocas (Lisboa, 1982) vive e trabalha entre Lisboa e São Paulo desde 2010. O seu trabalho fotográfico vem sendo desenvolvido através da intersecção da sua formação enquanto arquiteto com a dança, o teatro e a performance. É mestre em artes visuais pela Universidade de São Paulo desde 2015. Investigação realizada com bolsa CAPES na Escola de Comunicações e Artes, sob orientação de Mario Celso Ramiro de Andrade e publicada na edição de autor O corpo neutro (ISBN 9788591955305), prêmio ProAC da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. - [Tropeço](https://fotoeditorial.com/produto/tropeco/): Aquilo que passa despercebido aos fustigados olhos dos passantes, para Lalau é a matéria prima a partir da qual ele satiriza o caos e as vãs tentativas do homem em organizar a vida nas grandes metrópoles. Suas fotografias revelam-se como eventos escultóricos resultantes da fatura entre a sociabilidade e a perda de referências na urbe. A edição de Tropeço propicia ao leitor criar novas conexões, seja por afinidade ou contraste, entre as imagens, alterando a sequência da paginação e da capa. Desta forma, o autor devolve aos seus leitores a aventura que pautou sua deriva por diversas cidades do mundo. A cada esquina dobrada, um novo acaso, uma nova surpresa. — Mário Lalau (São Paulo, SP, 1978) reside atualmente no Texas, EUA. É Bacharel em Administração e pós-graduado em Comunicação e Artes. Atuou como fotojornalista no Grupo Folha de S.Paulo e publicou em alguns dos principais veículos noticiosos do Brasil. Posteriormente atuou como fotógrafo de moda. Nos últimos cinco anos tem dedicado-se a projetos autorais como "Tropeço". — ISBN: 978-85-63824-06-6 Tropeço, de Mario Lalau, faz uma citação à tradição dos fotógrafos devotos da street photography, linha celebrizada por autores de viés humanista como Henri Cartier-Bresson. Ao revisar esse conceito, porém, Lalau surpreende ao incorporar hábitos e maneirismos do mundo contemporâneo. - [ZOO](https://fotoeditorial.com/produto/zoo/): A questão do animal e mais especificamente da animalidade é algo que interessa aos artistas, escritores e filósofos há bastante tempo. Em sua obra recente, João Castilho produziu diversos trabalhos que abordam esse tema. No ensaio Zoo, ele desloca animais selvagens para dentro de ambientes domésticos, onde os fotografa.  O ambiente doméstico é onde, potencialmente, estaríamos mais a vontade enquanto humanos. A presença do animal nesse ambiente é inquietante e bela ao mesmo tempo. Com esse gesto o artista discute, através da imagem e do ato que a origina, onde nos localizamos enquanto homens e animais. Embaralhando as posições e fronteiras que as vezes se engessam. Dizemos: esse é o lugar do homem, aquele é o lugar do animal, somos radicalmente opostos. Mas por que é assim? Não somos nos também animais? O que nos aproxima? O que há deles em nós? O animal não carrega também muito do mistério humano? Zoo ganhou diversos prêmios entre eles a Bolsa de Fotografia Zum/Instituto Moreira Sales, Prêmio Conrado Wessel de Arte e Fundo de Projetos Culturais da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. — Edição do Autor (2017) 68 páginas Dimensões: 34 x 24 cm ISBN: 978-8591150045 Edição de 700 exemplares O fotolivro reúne o ensaio fotográfico Zoo do artista João Castilho, que mostra animais selvagens e silvestres em ambientes domésticos. - [Árvore](https://fotoeditorial.com/produto/arvore/): Para inaugurar a linha de edições livros-objetos da Fotô Editorial, convidamos a artista Lucia Mindlin Loeb. Tratam-se de obras de arte que encontram o seu suporte na forma de livros, ao mesmo tempo em que transcendem a forma, a navegação e o uso destes. Tais obras convocam a uma experiência perceptiva desvinculada das formas e funções esperadas tanto de uma obra de arte tradicional quanto de um livro. As obras "SP Vista" e "Árvore", de Loeb, surgem de sua profícua pesquisa nas quais o objeto livro é investigado a partir de inúmeras possibilidades formais. — Fotô Editorial Tiragem: 25 exemplares ISBN: 978-85 63824-21-9 - [Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira](https://fotoeditorial.com/produto/guy-veloso/): Nesse primeiro livro dedicado exclusivamente a obra do fotógrafo paraense Guy Veloso, com edição de Eder Chiodetto, ressalta-se uma das raras qualidades do artista: desde muito cedo o ele conseguiu definir o seu grande tema de interesse na fotografia e nele se mantém avidamente até hoje. “E assim será para sempre”, como ele próprio afirma. A pesquisa metódica de um tema tão complexo como as manifestações religiosas brasileiras transformou, nos últimos 30 anos, a ele próprio e a sua fotografia. Se no começo detectamos um documentarista clássico girando em torno de seu objeto, com o passar dos anos, do conhecimento e da intimidade acumulados, a fotografia de Guy deixou de representar os rituais para apresentá-los. Essa mudança, que pode parecer sutil, é na verdade a passagem do fotógrafo documentarista para o artista visual. A fotografia deixa de ser apenas um suporte onde se grava impressões, para se tornar extensão da sua imersão profunda nesse universo. Deixa de ser relato de mão única para ser a expressão legítima e dialógica de um encontro com o outro, com o inominável, com o divino. Criada em 2013 com o propósito de homenagear a reconhecida qualidade da fotografia nacional, a coleção curada por Eder Chiodetto apresenta, em abordagens distintas, a produção de fotógrafos referenciais que pesquisam a fundo a brasilidade em suas diversas manifestações, proporcionando assim uma reflexão sobre as decorrências históricas de nossa formação, gerando memória e rica matéria que ajudam a entender questões essenciais do país. — Volume 6: Guy Veloso Realização: Ipsis Gráfica e Editora Curadoria: Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Fernando Moser Formato: 138x158  / capa dura / 216 páginas / Papel Magno Matt 150grs Impressão no processo Ipsis/ +Color® - [Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira](https://fotoeditorial.com/produto/elza-lima/): Criada em 2013 com o propósito de homenagear a reconhecida qualidade da fotografia nacional, a coleção curada por Eder Chiodetto apresenta, em abordagens distintas, a produção de fotógrafos referenciais que pesquisam a fundo a brasilidade em suas diversas manifestações, proporcionando assim uma reflexão sobre as decorrências históricas de nossa formação, gerando memória e rica matéria que ajudam a entender questões essenciais do país. — Volume 5:  Elza Lima Realização: Ipsis Gráfica e Editora Curadoria: Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Fernando Moser Formato: 138x158  / capa dura / 204 páginas / Papel Magno Matt 150grs Impressão no processo Ipsis / FullBlack® Ter a fotografia como ferramenta capaz de reativar a imaginação infantil cunhada na paisagem amazônica e assim amalgamar sonho e realidade nas suas imagens é uma das vigorosas vertentes da obra de grande originalidade de Elza Lima. Este é o primeiro livro dedicado exclusivamente ao trabalho da artista, com edição realizada pelo pesquisador e curador Eder Chiodetto. Nascida em Belém do Pará, em 1952, essa artista tem a capacidade de perceber ângulos e organizar planos que resultam em composições primorosas, nas quais todos os elementos enquadrados por esse olho tenso e inquiridor se relacionam entre si, criando uma espécie de dança para os olhos. Tudo aquilo que normalmente a fotografia estanca no fluxo temporal, nas imagens de Elza parece ganhar potência de movimento. É comum, em suas fotografias, o nosso olhar passear pela superfície da imagem fazendo espirais na tentativa de interligar todos os pontos que se apresentam na espessura da imagem, que ela sabiamente faz emergir da ilusão especular com a qual cria suas vertiginosas perspectivas. - [Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira](https://fotoeditorial.com/produto/thomaz-farkas/): Criada em 2013 com o propósito de homenagear a reconhecida qualidade da fotografia nacional, a coleção curada por Eder Chiodetto apresenta, em abordagens distintas, a produção de fotógrafos referenciais que pesquisam a fundo a brasilidade em suas diversas manifestações, proporcionando assim uma reflexão sobre as decorrências históricas de nossa formação, gerando memória e rica matéria que ajudam a entender questões essenciais do país. —   Volume 4: Thomaz Farkas Realização: Ipsis Gráfica e Editora Edição: Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Fernando Moser Formato:138x158 / capa dura / 212 páginas / Papel Couche fosco 170grs Impressão no processo Ipsis FullBlack®   Este livro traz uma inédita seleção de seus trabalhos, que flagram a cidade de Brasília em dois momentos: a construção e inauguração, entre 1958 e 1960, e também fotografias realizadas por Farkas 40 anos depois, em 2000. A iniciativa de fotografar a construção de Brasília nasceu de uma sugestão do arquiteto Jorge Wilheim e do sociólogo Pedro Paulo Poppovic, amigos de Farkas e proponentes do concurso que resultou na edificação de Brasília. Ao contrário de fotógrafos como o francês Marcel Gautherot e o alemão Peter Scheier, contratados para registrar a construção, Thomaz Farkas realizou as fotografias por interesse pessoal, financiando-as também por conta própria, mantendo um olhar bastante crítico que se repetiria 40 anos depois. - [Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira](https://fotoeditorial.com/produto/cristiano-mascaro/): Criada em 2013 com o propósito de homenagear a reconhecida qualidade da fotografia nacional, a coleção curada por Eder Chiodetto apresenta, em abordagens distintas, a produção de fotógrafos referenciais que pesquisam a fundo a brasilidade em suas diversas manifestações, proporcionando assim uma reflexão sobre as decorrências históricas de nossa formação, gerando memória e rica matéria que ajudam a entender questões essenciais do país. — Volume 3: Cristiano Mascaro Realização: Ipsis Gráfica e Editora Edição: Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Fernando Moser Formato: 138x158  / capa dura / 220 páginas / Papel Magno Matt 150grs Impressão no processo Ipsis/4Gray®   O volume dedicado ao arquiteto e fotógrafo Cristiano Mascaro, apresenta um acervo de retratos, quase todos inéditos, feitos com delicados estudos de luz e composição. Criados em uma atmosfera onde o tempo, subjetivamente alongado para este tipo de criação é um elemento marcante, pessoas, cidades e construções se entremeiam no livro em uma estrutura imagética que busca traduzir o esperado pelo autor: a simplicidade. - [Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira](https://fotoeditorial.com/produto/nelson-kon/): Criada em 2013 com o propósito de homenagear a reconhecida qualidade da fotografia nacional, a coleção curada por Eder Chiodetto apresenta, em abordagens distintas, a produção de fotógrafos referenciais que pesquisam a fundo a brasilidade em suas diversas manifestações, proporcionando assim uma reflexão sobre as decorrências históricas de nossa formação, gerando memória e rica matéria que ajudam a entender questões essenciais do país. — Volume 2: Nelson Kon Realização: Ipsis Gráfica e Editora Edição: Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Fernando Moser Formato: 138x158  / capa dura / 188 páginas / Papel Magno Matt 150grs Impressão no processo Ipsis FullBlack®   Nelson Kon, o maior nome da fotografia de arquitetura do país, tensiona em suas imagens a forma com a qual realizamos a ocupação do espaço. Suas fotografias captam o meio urbano, ora ilustrando ou documentando, traduzindo suas grandezas e detalhes, ora revelando a poética silenciosa oculta em uma obra arquitetônica. O livro mostra a tênue linha que separa o conflito e a harmonia mesclada em imagens de seu trabalho feito quase todo sob a encomenda de clientes onde, uma almejada precisão técnica se alia a sua sensível e sofisticada capacidade de narrar paisagens. - [Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira](https://fotoeditorial.com/produto/araquem-alcantara/): Criada em 2013 com o propósito de homenagear a reconhecida qualidade da fotografia nacional, a coleção curada por Eder Chiodetto apresenta, em abordagens distintas, a produção de fotógrafos referenciais que pesquisam a fundo a brasilidade em suas diversas manifestações, proporcionando assim uma reflexão sobre as decorrências históricas de nossa formação, gerando memória e rica matéria que ajudam a entender questões essenciais do país. — Realização: Ipsis Gráfica e Editora Edição: Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Fernando Moser Formato: 144x166 / 220 páginas / capa dura Impressão no processo Ipsis FullBlack®   Esse livro que inaugura a Coleção Ipsis de Fotografia Brasileira traz um panorama de 100 imagens da fotografia em preto e branco de Araquém Alcântara, prestes a completar 50 anos de carreira. Considerado o mais importante fotógrafo brasileiro na documentação da fauna e flora brasileira. Editadas por Eder Chiodetto as fotografias atestam a ideia do autor em dissolver-se em si próprio na busca incansável da beleza sublime, do momento-ápice, fruto da contemplação zen e da capacidade de se integrar harmoniosamente ao ambiente. - [Efêmero Perpétuo](https://fotoeditorial.com/produto/efemero-perpetuo/): Realização:  Ateliê Fotô Edição e textos: Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Fábio Messias / Zootz comunicação Formato: 226x315 / 68 páginas / brochura Impressão: Ipsis Gráfica e Editora — Silvana Tinelli, começou a trilhar um caminho experimental no seu fazer fotográfico desde 2012. Essa atitude pontuou mudanças significativas em sua vida, na qual a prática e o estudo de linguagens artísticas ganharam um protagonismo. Fotografia, pintura, escultura e gastronomia passaram a ser suas formas mais genuínas de expressão e relação com o mundo. A pesquisa de processos históricos de impressão como o cianótipo e o Van Dike Brown levaram a artista a criar essa delicada obra calcada na relação ontológica acerca dos ciclos da existência, simbolizados pelos quatro elementos essenciais: água, terra, fogo e ar. - [Sublimação](https://fotoeditorial.com/produto/sublimacao/): Convidado pela artista para editar seu primeiro livro, o curador Eder Chiodetto optou por mostrar não apenas o ensaio que dá título a obra, mas também o vasto universo que orbita em torno do ateliê de Nitzan. Dessa forma, em parceria com a designer Milena Galli, o livro foi surgindo aos poucos revelando ora os processos criativos da artista e as diversas linguagens por ela empregada, e ora o ensaio fotográfico que hoje integra importantes coleções privadas e institucionais. — Realização:  Ana Nitzan Edição: Ana Nitzan e Eder Chiodetto Projeto Gráfico: Milena Galli Formato: 274x188 / 244 páginas / capa dura / Papel Pólen e Bibloprint Impressão: Ipsis Gráfica e Editora — Ana Nitzan, paulistana, formada pela Escola Rudolf Steiner de São Paulo Waldorf e Desenho Industrial pela FAAP de S.P. em 1989. Produção artística desde 1990. Desenvolve pesquisa em fotografia, desenho, pintura, joias, escultura, suportes que supram a necessidade de expressão poética da reflexão artística. As obras, na maioria dos casos, referem-se à percepção simbólica e afetiva entre ser humano e natureza. A mais recente série de "ana nitzan | sublimação ", alude ao momento em que a árvore, sem o caule é sustentada pelo ar, transcendendo a fotografia que é literalmente costurada formando um volume real. Participou de diversas exposições individuais e coletivas tanto no Brasil como no exterior. Possui obras em coleções publicas, Banco Espirito Santo, BES e Banco Itau S.A. ambas em São Paulo. Em 2014/2015 púbica seu primeiro livro " sublimação | ana nitzan "em parceria com Eder Chiodetto. Site: www.ananitzan.com.br   Com projeto gráfico de impacto, no qual folhas duplas são intercaladas com cadernos de paginação simples, as imagens de árvores e flores ganham a mesma ilusão de tridimensionalidade que a artista obtém nas suas obras em galerias e museus. O projeto gráfico e a capa foram finalistas do Prêmio Jabuti 2015. - [Lugar Onde o Tempo Sofre](https://fotoeditorial.com/produto/o-lugar-onde-o-tempo-sofre/): Lugar onde o Tempo Sofre é o primeiro livro do fotógrafo Marcelo Costa e o segundo da Coleção de Ensaios Fotográficos da Fotô Editorial. Com edição e texto de Eder Chiodetto e Fabiana Bruno e designer de Milena Galli, o livro marca a trajetória de Costa no âmbito da fotografia de caráter experimental. Mesclando imagens apropriadas de ex-votos e paisagens revolvidas pela ação do homem, as fotografias surgem envoltas numa nebulosa ocre, fruto de estratégias que o artista  emprega para reforçar tanto a cadência do tempo que escoa, quanto a usura do suporte fotográfico. As inscrições do homem na natureza e a crença no divino ecoam na vulnerabilidade da fotografia - ela também finita, à revelia do que tentaram nos fazer crer. — Fotô Editorial 40 páginas 500 exemplares assinados e numerados Tiragem especial de 50 livros com print assinado ISBN: 978-85-63824-05-9 — Marcelo Costa é graduado em Medicina Veterinária pela UNESP Botucatu, em Fotografia pela Escola Panamericana de Arte e pós-graduado em Fotografia pela FAAP. Foi um dos vencedores do Prêmio Mundie de Fotografia 2016, além de ter sido selecionado para o XIX Encuentros Abiertos - Festival de la Luz, Buenos Aires, Argentina, o 47° Salão de Arte Contemporânea de Piracicaba Contraprova vol. 2 – Paço das Artes – São Paulo (SP); VI Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, Belém (PA) entre outros. Lugar onde o Tempo Sofre é seu primeiro livro. Marcelo Costa, em Lugar onde o Tempo Sofre, nos convida à profanação das imagens, desacomodando-as do lugar onde se encontram circunscritas a uma determinada função social para dotar de liberdade seus desdobramentos simbólicos. Nesse Lugar onde o tempo sofre, a paisagem corrompida e o feminino diante da dor existencial tensionam a capacidade de representação enfática da fotografia e deslocam-se em velocidade desmesurada a uma noção desconcertante do tempo. - [Nervuras Noturno](https://fotoeditorial.com/produto/nervuras-noturno/): Primeiro livro da artista campineira Alice Grou, Nervuras Noturno inaugura a coleção de livros dedicados a ensaios fotográficos da Fotô Editorial, trazendo à tona aquela que deverá ser uma das marcas da nova editora: a publicação de trabalhos inéditos e de novos autores. Uma libélula, que apresenta suas asas logo na capa, serve como uma espécie de narradora de uma biografia fantástica. Essa história atemporal revisita espaços de afeto, memórias de infância e fragmentos de álbuns de família que surgem reinterpretados a partir de intervenções da artista. — Fotô Editorial 36 páginas / 24 fotografias 500 exemplares assinados e numerados Tiragem especial de 50 livros com print assinado ISBN: 978-85-63824-04-2 — Alice Grou é natural de Igarapava (SP). Vive e trabalha em Campinas (SP). É doutora em Matemática pela Unicamp e desde 2004 se dedica a investigações artísticas no campo da fotografia, vídeos e objetos. Nervuras Noturno é seu primeiro livro. Uma libélula, que apresenta suas asas logo na capa, serve como uma espécie de narradora que sobrevoa as nervuras dos pequenos rituais de passagem da vida. Este título marca o lançamento da Coleção Ensaios Fotográficos Fotô Editorial. - [O Livro das Armas](https://fotoeditorial.com/produto/o-livro-das-armas/): Apesar de dedicar-se a uma análise metodológica-criativa de 23 tipos das "armas de fogo" disponíveis no mercado, O Livro das Armas é uma obra que trata não apenas de armamentos. O lugar simbólico e geográfico que os conceitos de segurança e violência ocupam hoje na sociedade é o ponto fundamental desta pesquisa visual realizada pelo autor durante dois anos em torno dos principais produtos procedentes de diversos países. A ironia e um certo humor criam uma abordagem inovadora para se discutir a forma como a violência é introjetada dentro do universo doméstico, desde a infância, com assustadora naturalidade. A publicação disponível em português e inglês traz uma série de dados inéditos compilados pelo autor e disponibilizados por meio de fotografias, textos, gráficos e tabelas. Fotô Editorial 44 páginas 500 exemplares assinados e numerados ISBN: 978-85-63824-07-3 - [Serra da Ermida 357](https://fotoeditorial.com/produto/serra-da-ermida-357/): Em 1990 o Brasil sofreu o impacto de um pacote econômico que consistiu no confisco das aplicações bancárias da população, denominado Plano Collor. Suas medidas abusivas abalaram a sociedade, faliram famílias e empresários, levando várias pessoas ao suicídio. Abordando questões sobre vida e morte, tragicidade e afetividades, este projeto desdobra-se em uma trilogia em formato de livro. No primeiro volume, Daniela de Moraes refaz o caminho trilhado pelo avô de seu filho, representando subjetivamente o local onde ele suicidou-se. Dessas imagens desprendem-se potentes símbolos, propícios para especular sobre as incertezas que rondam as decisões tomadas ao longo da vida. Num segundo momento, a artista intervém em imagens do álbum de família do personagem central dessa história, reconstruindo cronologicamente sua trajetória da infância à vida adulta.  Ao final, um encarte reedita imagens e notícias de jornais de 1990, contextualizando o momento sócio-político da época, um dos mais surreais e traumáticos da nossa história. — Daniela de Moraes, nasceu em Santa Maria, RS, 1977. É fotógrafa, formada em Desenho Industrial, tem mestrado em Multimeios pela Unicamp onde desenvolveu pesquisa na área de Antropologia Visual. Seus trabalhos autorais abordam questões relacionadas ao tempo, memória e evanescência da imagem. — ISBN: 978-85-63824-03-5 Livro + fotografia assinada. - [Nimbus](https://fotoeditorial.com/produto/nimbus-elaine-pessoa/): Nimbus é o segundo livro da artista visual Elaine Pessoa e a primeira publicação personalizada da Fotô Editorial. Com designer de Fabio Messias em parceria com a autora, o livro é marcado por uma atmosfera envolvente e misteriosa que necessita da ação do leitor para descortinar seus segredos. Impresso com dobras francesas, o leitor precisará cortar fisicamente as páginas para adentrar na paisagem que as gamas de cinzas ocultam. Como o leitor deverá optar por abrir todas ou apenas algumas páginas, a obra tornar-se-a um livro-objeto com distintas formatações. — Fotô Editorial 68 páginas / 48 fotografias 500 exemplares assinados e numerados Tiragem especial de 50 livros com print assinado ISBN: 978-85-63824-02-8 — Elaine Pessoa, artista plástica, vive e trabalha em São Paulo, pós-graduada em Fotografia pela FAAP/SP e em Administração da Produção pela Fundação Vanzolini Poli/USP-SP. Participa assiduamente de salões, festivais e bienais de gravura e fotografia, dentre as quais destacam-se as mais recentes Zip’up Zipper Galeria, Arte Londrina 4, Photoespaña na Biblioteca Nacional de Madri, VI Edição do Diário Contemporaneo na Casa das Onze Janelas, 47.o SAC – Salão de Arte contemporânea de Piracicaba,  XV Bienal de Miniaturas Gráficas Luisa Palacios,  e a 5ª Mostra SP de Fotografia no Espaço Revista Cult. Lançamento do foto livro Tempo Arenoso, em 2015 e participação em edições e exposições  de Feiras de Livro de fotografia. Nimbus é seu segundo fotolivro. Site: www.elainepessoa.com.br   Uma atmosfera do fantástico, adornada pelo acúmulo cinzento da poeira do tempo. Uma gestação de paisagens-afeto. Latência de tempos revoltos. A magia e o mistério dos temporais. ## Downloads - [A mulher que virou beija-flor](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/a-mulher-que-virou-beija-flor/) - [Por que no céu há tantas estrelas?](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/por-que-no-ceu-ha-tantas-estrelas/) - [LVBRYCA](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/lvbryca/) - [Cartazes – Asfixia](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/cartazes-asfixia/) - [Traslado](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/traslado/) - [Sólido](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/solido/) - [Curadoria em fotografia: da pesquisa à exposição](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/curadoria-em-fotografia-da-pesquisa-exposicao/) - [Livro Ser Diretor](https://fotoeditorial.com/sdm_downloads/livro-ser-diretor/)